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Bom dia , Sábado, 30/05/2015








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Economia

30
Mai
Cunha quer regras mais rígidas para acesso ao fundo partidário e televisão
Postado por: Samile Macedo / 08:17h

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, disse nessa sexta (29.05), no Rio de Janeiro, que quer tornar mais “rígido” o acesso ao fundo partidário e ao tempo de televisão dos pequenos partidos. As propostas, segundo ele, poderiam ser aprovadas por meio de mudanças na legislação eleitoral infraconstitucional, que dependem de um número menor de votos que as emendas à Constituição. A Câmara criou na quinta (28.05), dispositivo que estabelece uma nova cláusula de barreira, ou de desempenho, mudando as regras de acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e televisão. Agora, só terão acesso aos recursos e ao tempo de propaganda nos veículos de comunicação os partidos que tiverem pelo menos um candidato eleito para o Congresso Nacional. Pela medida, ficam de fora dos benefícios quatro partidos: PSTU, PCO, PPL e PCB. “O que temos que fazer agora é colocar na lei eleitoral infraconstitucional regras rígidas para distribuição de tempo de televisão, não beneficiando partidos pequenos". À imprensa, Cunha também negou que tenha adulterado texto de medida provisória sobre o ajuste fiscal para aprovar a instalação de imóveis comerciais nas dependências da Câmara. “Esse negócio é palhaçada, já falei na quinta. Não tem shopping nenhum sendo feito”, declarou Cunha. Ele explicou que a proposta, de parceria público-privada, será vantajosa para a Casa.

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30
Mai
Após estímulo do governo, bancos devem reduzir juros da casa própria
Postado por: Samile Macedo / 07:13h

O volume de crédito concedido para a compra da casa própria deve aumentar e os juros dos financiamentos desta operação podem cair em função das novas regras de estímulo ao setor imobiliário definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na noite da quinta-feira. Entre as medidas anunciadas, a de maior impacto é a liberação de R$ 22,5 bilhões do depósito compulsório sobre a poupança, fatia dos recursos captados pelas instituições financeiras via caderneta de poupança e que fica parada no Banco Central. No Brasil, o financiamento habitacional é feito majoritariamente com os recursos da poupança que, neste ano, apresenta maior volume de saques que de depósitos. O Bradesco afirmou, ontem, que estuda reduzir os juros no crédito imobiliário com recursos da poupança na tentativa de rentabilizar os R$ 4 bilhões que terá de folga de capital com as novas regras, segundo Domingos Figueiredo de Abreu, diretor vice-presidente do banco. Hoje, a taxa mínima cobrada nas linhas do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), conforme ele, é de 9,8%. “Estudamos como sermos mais competitivos para estimular a demanda e utilizar esses R$ 4 bilhões. É um movimento que também deve ser acompanhado pela concorrência que tende a baixar os juros no crédito imobiliário com recursos da poupança”, afirmou. Já a Caixa Econômica Federal calcula que as medidas de incentivo tenham impacto de R$ 10 bilhões.

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29
Mai
Dólar ultrapassa R$ 3,18 e fecha no maior valor em dois meses
Postado por: Redação Voz da Bahia / 23:20h

Em alta pelo segundo dia consecutivo, a moeda norte-americana voltou a fechar no maior nível em quase dois meses. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (29) vendido a R$ 3,187, com alta de 0,74% (R$ 0,023). A cotação está no maior nível desde 31 de março (R$ 3,191). A moeda norte-americana começou o dia em queda. Na mínima do dia, por volta das 9h30, chegou a ser vendida a R$ 3,145. Nas horas seguintes, no entanto, o dólar iniciou uma escalada, chegando a ser cotado a R$ 3,193 por volta do meio-dia. Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana encerrou maio com alta de 5,78%. Só nesta semana, a cotação subiu 2,98%. Em 2015, a noeda acumula alta de 19,88%. O dólar subiu no dia da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no primeiro trimestre, tanto no Brasil como nos Estados Unidos. De janeiro a março, o PIB brasileiro caiu 0,2% em relação ao último trimestre de 2014 e acumula queda de 1,6% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Nos Estados Unidos, o PIB encolheu 0,7% no primeiro trimestre em termos anualizados, quando o desempenho de um trimestre é projetado para os 12 meses anteriores. O número indica frustração em relação à expectativa de recuperação da economia norte-americana no início de 2015. (Agência Brasil)

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29
Mai
Caixa: medidas de incentivo ao crédito imobiliário terão impacto de R$ 10 bi
Postado por: Rodrigo Almeida / 23:11h

A Caixa Econômica Federal calcula que as medidas de incentivo ao crédito imobiliário, do qual é líder no Brasil, anunciadas nesta quinta-feira, 28, pelo governo, tenham impacto de R$ 10 bilhões, conforme nota enviada à reportagem. "As iniciativas vão viabilizar o financiamento expressivo de unidades habitacionais por parte das instituições financeiras, com efeito positivo na comercialização do atual estoque de imóveis", destaca o banco. Conhecida como o banco da habitação, pressionada pelos saques na poupança, a Caixa restringiu os empréstimos para a compra da casa própria, financiando no máximo metade do valor no caso de imóveis usados. Além disso, aumentou os juros por duas vezes. Sem recursos da poupança, o desafio deste ano da Caixa é desembolsar o mesmo montante de 2014, quando foram liberados R$ 129 bilhões. Executivos já falam, porém, em um corte bilionário neste exercício. Sobre às regras de financiamentos, a Caixa esclarece, em nota, que, na parte da habitação social, irá aguardar a regulamentação por parte do Ministério das Cidades e no que se refere às decisões do Conselho Monetário Nacional (CMN), vai esperar a publicação das resoluções. O órgão fixou novas condições de emissão para as letras de crédito imobiliário (LCI) e para as letras de crédito do agronegócio (LCA). Estabeleceu ainda que os certificados de recebíveis imobiliários (CRI) tenham lastro apenas em financiamentos habitacionais no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e não mais imobiliários em geral.(A Tarde)

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29
Mai
PIB do Brasil só é pior do que nove países, estima FMI
Postado por: Redação Voz da Bahia / 21:48h

A crise econômica brasileira fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) do país recuasse 0,2% no primeiro semestre de 2015. Mas apesar de ainda não se ter recessão técnica – quando há registro de queda por dois trimestres consecutivos –, as expectativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) é de que a redução chegue a 1% até o fim de 2015, com inflação de 7,8%. O órgão avaliou também que dos mais de 200 países avaliados, outros 15 sofrerão o encolhimento na economia. Na lista, o Brasil só terá o desempenho melhor do que 10 Estados: Guiné Equatorial (-15,4%), Serra Leoa (-12,8%), Venezuela (-7%), Ucrânia (-5,5%), Vanuatu (-4%), Rússia (-3,8%), Belarus (-2,3), Iêmen (-2,2%) e Libéria (-1,4%). Armênia e Moldávia empatam com o Brasil, com retração de 1%. Para fechar a conta, o governo federal tem “apertado” os gastos dos ministérios, além de buscar cortar despesas por meio do ajuste fiscal. “A implementação bem sucedida do ajuste fiscal e outras medidas devem contribuir para fortalecer a confiança e ajudar a revigorar os investimentos no fim de 2015, proporcionando a base para o retorno de um crescimento positivo em 2016”, disse o FMI em relatório sobre o país. (G1)

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29
Mai
Grupo Petrobras concentrou 89,2% dos investimentos das estatais federais em 2015
Postado por: Rodrigo Almeida / 19:11h

O Grupo Petrobras investiu, de janeiro a abril, R$ 21,9 bilhões. Somente a petroleira concentrou 89,2% dos investimentos das estatais federais em 2015. Os dados constam de portaria do Ministério do Planejamento publicada hoje (29) no Diário Oficial da União com a execução do orçamento de investimento das estatais no ano. Até abril, as estatais federais executaram R$ 24,6 bilhões em investimentos. O montante equivale a 17,4% do orçamento de R$ 141,4 bilhões para investimentos das empresas públicas federais em 2015. De acordo com a portaria, os ministérios cujas estatais mais investiram nos quatro primeiros meses do ano foram os de Minas e Energia (18,4% do orçamento), responsável pelos Grupos Petrobras e Eletrobras, e a Secretaria de Aviação Civil (14%), responsável pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). Em terceiro lugar, vem o Ministério da Saúde (12%), que cuida da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás). Dos investimentos realizados em 2015 pelas estatais federais, 95,4% do total foi financiado com recursos de geração própria das empresas, sem terem sido bancados pelos tributos pagos pelos contribuintes. Em relação às áreas de atuação, 18,4% dos investimentos concentraram-se no setor de energia, 12,5% nos transportes e 12,4% na saúde.(EBC)

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29
Mai
Levy diz que queda no PIB reflete dúvida sobre a economia brasileira
Postado por: Samile Macedo / 16:45h

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, atribuiu a queda de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2015 à "incerteza" sobre a economia brasileira no final do ano passado e no início deste ano. Ele citou como problemas enfrentados pelo país nesse período as crises de abastecimento de água e de energia. "Muita gente tinha dúvida sobre a economia brasileira, o rumo que ia tomar. Muita coisa mudou desde o começo do ano. Vencemos estes desafios imediatos. O primeiro trimestre é reflexo de uma dinâmica que a gente está trabalhando para mudar", disse Levy nesta sexta-feira (29) em almoço na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), horas depois da divulgação dos dados da economia pelo IBGE.  A queda no PIB foi puxada pelo desempenho negativo do setor de serviços e da indústria, além do recuo do consumo das famílias e dos investimentos. O que evitou um tombo ainda maior do PIB foi a agropecuária.

Expectativa - Segundo Levy, o segundo trimestre será de transição. Ainda assim, ele aposta em "sinais diferentes" dos indicadores econômicos. Para Levy, é preciso que o país tome medidas contundentes para mudar o quadro. “Nós temos visto o desemprego aumentar um pouco e nós temos que, portanto, tomar ações enérgicas para evitar que a economia possa entrar em algum processo mais extenso de recessão, nós não queremos isso, muito pelo contrário", afirmou o ministro.

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29
Mai
PIB cai no 1º trimestre e muda a rotina dos brasileiros
Postado por: Samile Macedo / 13:01h

A economia brasileira ficou praticamente estagnada em 2014, com crescimento só de 0,1%, e deve aprofundar a retração neste ano. O próprio governo projeta um recuo de 1,2% do PIB brasileiro em 2015, em linha com a expectativa do mercado financeiro. O freio na economia já impacta no dia a dia dos brasileiros. No primeiro trimestre, a taxa de desemprego atingiu 7,9%, o maior nível desde 2013, quando o índice estava em 8%, segundo dados da pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A diminuição da renda do brasileiro provocou uma queda do varejo. No acumulado do ano, as vendas do varejo recuaram 0,8%, também segundo o IBGE. O enfraquecimento da economia também respingou no setor imobiliário. Em 2014, as vendas de imóveis em São Paulo caíram 35%, segundo o Secovi-SP. E, por ora, não há sinal de recuperação. A venda de imóveis novos na capital paulista recuou 0,7% em fevereiro de 2015 em relação ao mesmo mês do ano passado. (MSN)

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29
Mai
Consumo das famílias cai 1,5% no 1º trimestre ante 4º trimestre
Postado por: Letícia Oliveira / 10:36h

O consumo das famílias caiu 1,5% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao quarto trimestre de 2014. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que anunciou nesta sexta-feira, 29, os resultados das Contas Nacionais Trimestrais. Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, o consumo das famílias mostrou queda de 0,9%. O consumo do governo, por sua vez, caiu 1,3% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao quarto trimestre de 2014. Já em relação ao primeiro trimestre do ano passado, o consumo do governo mostrou queda de 1,5%. As quedas do consumo das famílias e do consumo do governo no primeiro trimestre de 2015 ante o trimestre imediatamente anterior foram as maiores nessa base de comparação desde o quarto trimestre de 2008, auge da crise internacional, informou IBGE. O consumo das famílias caiu 1,5% no primeiro trimestre de 2015, ante 2,1% no último trimestre de 2008. O consumo do governo recuou 1,3% agora contra 3,4% no fim de 2008.

Comparação anual:

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29
Mai
11 dicas valiosas para economizar no seguro do seu carro
Postado por: Redação Voz da Bahia / 09:43h
 Em momentos como o atual, em que a frase “não está fácil para ninguém” reverbera, qualquer economia é muito bem-vinda. Para te ajudar na tarefa de contenção de gastos, EXAME.com listou algumas dicas para reduzir o custo do seguro do seu carro. As recomendações incluem não só algumas brechas para reduzir o valor (sem infringir nenhuma regra), como orientações sobre quando economizar não é o melhor negócio porque o barato pode sair caro. Confira a seguir.
1) Simule os preços dos seguros antes de escolher seu carro
A economia no seguro começa pela escolha do carro. Para saber quais veículos têm os seguros mais baratos, é possível simular quanto custam os prêmios do seguro de cada modelo - valor pago pela aquisição do seguro - em uma ligação para o seu corretor ou nos sites de corretoras online. Além de economizar no prêmio, a consulta pode evitar dores de cabeça futuras, já que o corretor pode indicar quais carros são menos visados por ladrões naquele momento e costumam gerar menos gastos com manutenção. 
2) Observe quais carros apresentam maior risco
Algumas características do carro podem mostrar quais deles apresentam maior risco à seguradora, e portanto terão apólices mais caras. Ilson Barcellos, sócio da Economize no Seguro, site que comprara preços de apólices do grupo Brasil Insurance, afirma que os carros utilitários, por exemplo, têm seguros mais caros porque ficam expostos ao risco por mais tempo.
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29
Mai
Presentes do Dia dos Namorados ficam mais caros após sexta
Postado por: Redação Voz da Bahia / 01:35h

e você faz questão de comprar um presente para sua namorada ou namorado, mas a verba anda curta, fica a dica: comprar o presente com duas semanas de antecedência é o momento ideal para garantir o melhor preço. Como o Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho, isso significa que o melhor momento para comprar seria até amanhã, dia 29, a exatos 15 dias da data. A informação faz parte de uma pesquisa realizada pelo CupoNation, site especializado em cupons de desconto e ofertas online, com as 30 lojas mais buscadas pelos consumidores na internet. De acordo com o site, os varejistas começam a disponibilizar os produtos específicos para o Dia dos Namorados com um mês de antecedência, mas somente a 15 dias da data comemorativa o consumidor encontra praticamente todos os produtos disponíveis e seus respectivos cupons de desconto. A empresa também analisou o tempo de entrega de cada um das lojas pesquisadas e constatou que nas principais capitais brasileiras, cada e-commerce compromete-se a entregar o produto em, no máximo, seis ou sete dias úteis, em média, no modelo de entrega mais barato. 

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28
Mai
Após aumento de imposto, cerveja ficará mais cara
Postado por: Redação Voz da Bahia / 20:35h

Em votação simbólica, o Senado aprovou nesta quinta-feira (28) a Medida Provisória (MP) 668/15, que aumenta impostos sobre produtos importados, incluindo cerveja, produtos farmacêuticos e cosméticos. Como já foi aprovada pela Câmara, a proposta segue agora para sanção presidencial. Parte das medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo ao Congresso, a MP aumenta as alíquotas de duas contribuições incidentes sobre as importações: o PIS/Pasep e a Cofins. A estimativa do governo é que, com a aprovação da MP 668, a arrecadação anual com importações aumente em R$ 1,19 bilhão a partir de 2016. Só neste ano, o impacto seria de R$ 694 milhões. Pelo texto aprovado, a alíquota do PIS-Pasep para a entrada de bens importados no país passa de 1,65% para 2,1%. No caso da Cofins, vai de 7,6% para 9,65%.Como o texto perderia a validade na próxima segunda-feira (1º), caso não fosse votado, os senadores que eram favoráveis à MP não tiveram outra opção a não ser a de confirmar o mesmo texto aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 20. O texto foi duramente criticado por causa da inclusão de mais de 20 temas que nada têm a ver com o texto original enviado pelo governo, conhecidos entre os parlamentares como "jabutis". (Ibahia)

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28
Mai
Dólar fecha no maior patamar em quase dois meses por pressão externa, a R$3,1638
Postado por: Marcus Augusto Macedo DRT 5719 / 19:02h

O dólar fechou em alta ante o real nesta quinta-feira, reagindo ao cenário externo desfavorável, em meio a persistentes expectativas de que os juros dos Estados Unidos começarão a subir ainda neste ano e preocupações com os problemas envolvendo a dívida da Grécia. A moeda norte-americana subiu 0,59 por cento, a 3,1638 reais na venda, renovando a máxima de fechamento desde 1º de abril, quando atingiu 3,1725 reais. Segundo dados da BM&F, o giro financeiro ficou em torno de 2,7 bilhões de dólares. A divisa dos EUA tem avançado em relação às principais moedas nas últimas sessões, à medida que investidores se preparam para o eventual início do aperto monetário na maior economia do mundo, o que pode diminuir a atratividade de investimentos em outros mercados. "Parece que está havendo uma mudança global de patamar do dólar por causa da normalização da política monetária dos EUA. O mercado começa a achar que isso não é temporário", disse o estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno. O banco BNP Paribas estimou que a tendência de alta do dólar tem potencial de levar o real a cair mais 18 por cento em relação à moeda norte-americana até 2017. Preocupações com os problemas envolvendo a dívida da Grécia também têm pesado, em meio a temores sobre um default e a possibilidade de o país deixar a zona do euro. A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, afirmou a um jornal alemão que a saída da Grécia da zona do euro é possível. No Brasil, investidores têm adotado uma postura defensiva em meio a atritos entre o Planalto e o Congresso, mesmo após a aprovação de três medidas provisórias que integram o ajuste fiscal.

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28
Mai
Aprovada MP que aumenta tributos sobre importados; preço da cerveja vai subir
Postado por: Samile Macedo / 16:00h

Em votação simbólica, o Senado aprovou nesta quinta-feira (28) a Medida Provisória (MP) 668/15, que aumenta impostos sobre produtos importados, incluindo cerveja, produtos farmacêuticos e cosméticos.Como já foi aprovada pela Câmara, a proposta segue agora para sanção presidencial. Parte das medidas de ajuste fiscal enviadas pelo governo ao Congresso, a MP aumenta as alíquotas de duas contribuições incidentes sobre as importações: o PIS/Pasep e a Cofins. A estimativa do governo é que, com a aprovação da MP 668, a arrecadação anual com importações aumente em R$ 1,19 bilhão a partir de 2016. Só neste ano, o impacto seria de R$ 694 milhões. Pelo texto aprovado, a alíquota do PIS-Pasep para a entrada de bens importados no país passa de 1,65% para 2,1%. No caso da Cofins, vai de 7,6% para 9,65%. Como o texto perderia a validade na próxima segunda-feira (1º), caso não fosse votado, os senadores que eram favoráveis à MP não tiveram outra opção a não ser a de confirmar o mesmo texto aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 20. O texto foi duramente criticado por causa da inclusão de mais de 20 temas que nada têm a ver com o texto original enviado pelo governo, conhecidos entre os parlamentares como "jabutis". 

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28
Mai
Governo publica corte de R$ 8,9 bi em gastos de ministérios
Postado por: Samile Macedo / 14:54h

O governo federal publicou portaria, nesta quinta-feira (28), para limitar as despesas com contratação de bens e serviços e com diárias e passagens de órgãos do Poder Executivo neste ano. A medida, assinada pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, foi anunciada na semana passada. A norma limita gastos com o funcionamento dos ministérios. As pastas terão limites para despesas com diárias e passagens, apoio administrativo, consultoria, serviços de cópias, de telecomunicações, locação de imóveis, de veículos, de máquinas e equipamentos, de mão-de-obra e terceirização. Os cortes não vão valer apenas para os ministérios da Educação e da Saúde. O total de cortes é de R$ 8.890.557.000. Entre os limites de despesas, a presidência da República deve economizar R$ 257.545 e o Ministério da Fazenda, R$ 803.359.000. (Metro1)

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28
Mai
Levy diz que alta dos tributos ajuda indústria
Postado por: Samile Macedo / 12:54h

A Medida Provisória 668, que aumenta impostos sobre produtos importados, incluindo cerveja, produtos farmacêuticos e cosméticos, é uma votação importante porque ajuda a indústria nacional, disse nesta quinta-feira (29) o ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Parte do ajuste fiscal do governo, a MP, que já passou pela Câmara dos Deputados, pode ser votada ainda nesta semana pelo Senado Federal. "A gente tem uma indústria que e extremamente importante pela nossa atividade econômica. Então, hoje completa esse pedaço da nossa estratégia de equilíbrio e ai tem a questão do projeto de lei da desoneração [da folha de pagamentos] que logo depois do feriado deve começar a ser discutido na Câmara", acrescentou o ministro da Fazenda. Nesta quarta-feira (27), o Senado Federal aprovou a medida provisória 664, que restringe o acesso ao pagamento da pensão por morte. No dia anterior, já havia aprovado alterações nas regras de acesso ao seguro-desemprego e abono salarial. Todas as medidas têm por objetivo ajudar no processo de reequilíbrio das contas públicas, que registraram déficit inédito no ano passado. O governo também argumenta que elas visam corrigir distorções da economia brasileira. Para completar as alterações enviadas ao Legislativo, o Congresso ainda tem de avaliar o projeto de lei que sobe a tributação sobre a folha de pagamentos. A Câmara ainda não começou a apreciar o assunto. 

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28
Mai
Serasa Experian: inadimplência das empresas sobe 12,1% em abril ante abril/2014
Postado por: Letícia Oliveira / 11:11h

O quadro de desaceleração da economia prejudicou a geração de caixa das empresas e a alta dos juros encareceu os custos financeiros no mês de abril, levando mais companhias a atrasar o pagamento. Esta é a conclusão dos economistas da Serasa Experian ao analisarem os dados da inadimplência das empresas no mês passado.Segundo a instituição, o atraso no pagamento por parte das companhias avançou 12,1% em abril na comparação com igual mês de 2014, e registrou o mesmo índice de alta no acumulado dos quatro primeiros meses do ano ante igual período do ano passado. Em relação a março, no entanto, houve retração de 5,8% do Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas.

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28
Mai
Salário mínimo subirá um real em 2016
Postado por: Letícia Oliveira / 09:27h

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, estimou um crescimento menor do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2016 e, também, subiu a previsão para o salário mínimo em R$ 1 para o ano que vem, passando de R$ 854 para R$ 855 – o valor de R$ 854 constava da proposta para a LDO de 2016, entregue em abril ao Legislativo. Em relação ao valor atual do salário mínimo, de R$ 788, a nova previsão, para vigorar em 2016, representa um aumento de R$ 67. De acordo com as novas estimativas para o próximo ano, trazidas pelo ministro do Planejamento, o Produto Interno Bruto (PIB) deverá registrar crescimento de 1% no ano que vem. No início de abril, quando foi divulgado o projeto de lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016, o primeiro passo para o orçamento do ano que vem, documento que já foi enviado ao Legislativo, a previsão oficial de crescimento do PIB do ano que vem estava em 1,3%. Barbosa participa nesta quarta-feira (27) de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional. Para 2017 e 2018, a estimativa oficial do governo para o crescimento da economia brasileira não se alterou, permanecendo em altas de de 1,9% e 2,4%, respectivamente, para o Produto Interno Bruto (PIB). Para este ano, o governo confirmou que prevê uma retração de 1,2% no PIB – o que, se confirmado, será o maior recuo em 25 anos.

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28
Mai
Planejamento fixa em R$ 8,8 bi as despesas de custeio do Executivo
Postado por: Letícia Oliveira / 09:22h

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, fixou em R$ 8,890 bilhões o limite das despesas de custeio dos órgãos do Poder Executivo em 2015. A decisão está em portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 28. Essas despesas incluem concessão de diárias e passagens e contratação de bens e serviços, como de apoio administrativo, locação de mão-de-obra, serviços de consultoria e serviços de limpeza. O limite de gastos não abrange os Ministérios da Educação e Saúde, como anunciou ontem o ministro Barbosa durante audiência pública no Congresso Nacional, mas atinge, entre outros, Defesa, com despesas de custeio limitadas a R$ 1,107 bilhão, Transportes (R$ 315,599 milhões), Comunicações (R$ 213,903 milhões), Fazenda (R$ 803,359 milhões), Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (R$ 256,070 milhões), Justiça (R$ 872,281 milhões) e Minas e Energia (R$ 181,474 milhões).

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27
Mai
Senado aprova mudança no fator previdenciário e na pensão por morte
Postado por: Anacley Souza / 22:57h

O Senado aprovou nesta quarta-feira (27) a MP 664, que dificulta o acesso ao benefício da pensão por morte e dá uma alternativa que pode permitir se aposentar mais cedo. A mudança já havia sido aprovada na Câmara duas semanas atrás e agora segue para sanção (aprovação final) da presidente Dilma Rousseff. A votação foi de 50 votos a 18. A medida provisória foi editada pelo governo como parte de um conjunto de propostas para viabilizar o ajuste fiscal (corte nos gastos públicos). A emenda aprovada sobre fator previdenciário altera o tempo necessário para se aposentar. Ela já havia sido aprovada na Câmara. Foi apresentada pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). Ela propõe como alternativa ao fator previdenciário o chamado fator 85/95. Os números representam a soma do tempo de trabalho e da idade (85 para mulheres, 95 para homens). Assim, uma mulher pode se aposentar se tiver 55 anos de idade e 30 anos de trabalho (com contribuição ao INSS): 55 + 30 = 85. Um homem precisa ter, por exemplo, 65 anos de vida e 30 anos de trabalho (65 + 30 = 95). A combinação pode ser qualquer uma, desde que dê 85 ou 95. Caso o trabalhador decida se aposentar antes de atingir essa marca, a emenda determina que a aposentadoria continue sendo reduzida pelo fator previdenciário.

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27
Mai
Confira os números da Mega-Sena sorteados nesta quarta-feira
Postado por: Anacley Souza / 21:30h

A Caixa Econômica Federal (CEF) sorteou na noite desta quarta-feira (27), em Osasco (SP), as dezenas do concurso 1.708 da Mega-Sena. O sorteio pode pagar R$ 7.214.878,56 para a aposta que acertar os seis números. As dezenas sorteadas foram: 17 - 29 - 32 - 38 - 45 - 50.  Até as 20h45, o rateio ainda não havia sido divulgado pela Caixa Econômica Federal.

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27
Mai
Preservativos femininos têm Imposto de Importação zerado pelo governo
Postado por: Anacley Souza / 19:59h

Os preservativos femininos deixarão de pagar imposto para entrar no país. Resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicada hoje (27/5) no Diário Oficial da União reduziu 10% para 0% o Imposto de Importação do produto. Os equipamentos para parques temáticos também tiveram a tarifa zerada e deixarão de pagar 20% na importação. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a redução do imposto sobre as camisinhas femininas foi motivada pela política de prevenção a doenças sexualmente transmissíveis. Em relação aos parques temáticos, o governo estima que a medida gere investimentos de US$ 15 milhões e 1,5 mil postos de trabalho com a compra, a manutenção e a operacionalização dos equipamentos. Como as novas tarifas são diferentes das aplicadas nos demais países do Mercosul, os dois produtos tiveram de ser incluídos na lista de exceções à tarifa externa comum. Como a lista admite, no máximo, 100 categorias de produtos, dois itens – eixos e rodas ferroviárias e placas de barreiras com resinas sintéticas protetoras de pele com ou sem flange – tiveram que ser retirados da lista e voltaram a pagar tarifas normais. No caso dos eixos e rodas ferroviárias, a alíquota voltou a 14%. As placas de barreiras passaram a pagar 12%. Em outra resolução, a Camex prorrogou a redução a zero do Imposto de Importação do para-xileno, uma das principais matérias-primas da resina PET, usada em embalagens plásticas e fibras têxteis. A decisão valerá para uma quota de 90 mil toneladas com declarações de importação registradas até 25 de novembro. Normalmente, o produto paga 4% para entrar no país. (Agência Brasil)

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27
Mai
Encerra dia 31 prazo para microempreendedor individual declarar faturamento
Postado por: Redação Voz da Bahia / 17:36h

Os microempreendedores individuais (MEI) que se formalizaram até dezembro de 2014 têm até o dia 31 de maio para enviar a Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-Simei) à Receita Federal. Gratuita e obrigatória, a declaração está disponível no Portal do Empreendedor e resguarda os benefícios da formalização, como aposentadoria e salário-maternidade. Os empreendedores que não entregarem o documento no prazo legal (até às 23h59) pagarão uma multa de R$ 50.  Quem não perdeu tempo foi o empreendedor Wendell Bonfim, que buscou orientação no Sebrae e enviou o documento à Receita Federal. “Apresentei minha declaração para ter todos os meus direitos assegurados, ter isenção de taxas, facilitar o trabalho com empresas que exigem notas fiscais e ter a cobertura previdenciária”, afirmou Wendell, que trabalha com balões decorativos e é microempreendedor individual há dois anos. A declaração deve conter o faturamento registrado pela empresa em 2014, além de informar se houve contratação de funcionário e a descrição da despesa.

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27
Mai
Poupança: Ela deixou de ser até mesmo uma opção para proteger seu patrimônio
Postado por: Redação Voz da Bahia / 15:48h

Primeiro investimento da maioria absoluta dos brasileiros, a poupança é de longe a aplicação mais popular do país. Na última (e distante) atualização do Banco Central, nada menos que 125 milhões de brasileiros aplicavam na modalidade em meados de 2013 - cerca de 60%, portanto, da população. Facilidade de aplicação, liquidez diária e isenção de Imposto de Renda são algumas das características que fazem da poupança o investimento preferido no país. O pulo do gato, no entanto, é que já há algum tempo quem opta por investir na caderneta acaba perdendo dinheiro. Com o juro básico brasileiro (Selic) em 12,75% ao ano, tanto faz se sua caderneta de poupança é nova ou anterior à mudança no cálculo de remuneração feita pelo BC em 2012 (mais informações sobre as regras aqui). A conta é simples: as duas têm um rendimento de 0,5% ao mês, mais a módica variação da Taxa Referencial (calculada e divulgada diariamente pelo BC), o que deixa o retorno acumulado em um ano em pouco mais de 6%. Isto pode parecer bom para os mais leigos, que não levam em conta o aumento da inflação. Em fevereiro, por exemplo, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 1,22%, deixando a inflação oficial do Brasil acumulada nos últimos doze meses em 7,70%. Ou seja, o aumento dos preços no país comeu todo o rendimento da caderneta de poupança, gerando inclusive um pequeno "prejuízo" dado que ela não remunera nem a ponto de preservar o poder de compra do investidor. Ironicamente, um dos objetivos da poupança é justamente atuar como um mecanismo de proteção contra a inflação. No entanto, diante desta inflação gigantesca, ela deixou de ser até mesmo uma opção para proteger seu patrimônio. Em outras palavras, embora fácil e prática, hoje quem coloca o dinheiro na poupança não só não ganha, como também perde, o que nos leva ao próximo tópico…

Confisco?

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27
Mai
Juro do cheque especial é o maior desde 95 e do cartão beira 350%
Postado por: Samile Macedo / 14:50h

Os juros do cheque especial e do cartão de crédito, duas das modalidades mais caras do mercado, voltaram a subir em abril deste ano, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta quarta-feira (27). De acordo com a autoridade monetária, os juros do cheque especial avançaram 5,6 pontos percentuais de março para abril, para 226% ao ano. Com isso, a taxa atingiu o maior patamar desde dezembro de 1995 – quando ficou em 242,2% ao ano – ou seja, em quase 20 anos. Os juros cobrados pelos bancos nesta linha de crédito tiveram forte aumento nos últimos meses. No fim de 2013, estavam em 148,1% ao ano. O crescimento, portanto, foi de 77,9 pontos percentuais nos últimos 16 meses. 

Cartão de crédito - Segundo o BC, os juros do cartão de crédito rotativo, que incidem quando os clientes não pagam a totalidade de sua fatura, atingiram expressivos 347,5% ao ano em abril – a mais alta de todas as modalidades de crédito. Em março, estavam em 345,8% ao ano. O patamar de abril é maior desde o início da série histórica, em março de 2011. O BC tem recomendado que os clientes bancários evitem essa linha de crédito.

'New York Times' e rentabilidade dos bancos brasileiros - Reportagem publicada recentemente pelo jornal norte-americano “The New York Times” diz que os juros praticados em algumas linhas de crédito no Brasil “fariam um agiota americano sentir vergonha”, citando os dos cartões de crédito em mais de 240% ao ano e de 100% cobrados pelos empréstimos bancários.

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27
Mai
Governo recua e BNDES financiará até 70% de concessões
Postado por: Letícia Oliveira / 08:23h

O receio de fracasso nos leilões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos fez o governo voltar atrás e rever a participação do BNDES. O banco estatal vai financiar até 70% dos investimentos previstos no pacote das concessões de infraestrutura que o governo pretende anunciar no início de junho. Com a suspensão dos repasses do Tesouro, a participação do banco havia sido reduzida para até 50%. O BNDES será a fonte do financiamento de longo prazo, enquanto outros bancos devem assumir os chamados empréstimos-ponte, tipo de financiamento de curto prazo concedido ao empreendedor para garantir o início dos investimentos enquanto o crédito de longo prazo é analisado. Nos últimos pacotes, o banco de fomento também era a fonte dessas operações, que devem ficar agora a cargo das instituições de varejo, com custo de mercado. Essa estratégia permitirá que o financiamento de longo prazo só comece a ser desembolsado em 2017 – ou, no melhor dos cenários, no segundo semestre de 2016.

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26
Mai
Senado aprova MP que restringe o acesso ao seguro-desemprego
Postado por: Anacley Souza / 21:33h

O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (26) por 39 votos favoráveis e 32 contrários a medida provisória 665, que restringe o acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e ao seguro-defeso. Como já havia sido aprovada pela Câmara e não sofreu alterações no Senado, a matéria segue para sanção presidencial. Considerada pelo governo como necessária para o ajuste fiscal que visa reequilibrar as contas públicas, a MP 665 foi editada em dezembro de 2014 pela presidente Dilma Rousseff juntamente com a MP 664, que restringe o acesso à pensão por morte. Antes do início da sessão, os líderes partidários se reuniram com o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), para tentar um acordo sobre o procedimento da votação dos textos. A ideia era definir se o plenário votaria destaques ao texto original separadamente ou em bloco, o que aceleraria o processo. Logo no início da sessão, o líder do DEM, Ronaldo Caiado (GO) apresentou diversos requerimentos para votar separadamente cada emenda ao texto original na Câmara. A estratégia de obstruir a votação visava retardar ao máximo a aprovação do texto. Após duas horas de discussão, o Senado rejeitou a análise individual de cada destaque. Também foram rejeitadas todas as alterações propostas pelos senadores. (Globo)

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26
Mai
Gastos de brasileiros no exterior é o menor para abril desde 2010
Postado por: Redação Voz da Bahia / 18:25h

As despesas de brasileiros no exterior foi de US$ 1,64 bilhão em abril deste ano. Os dados foram divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira (26) e indicam que o valor é o menor para o mês desde 2010, quando totalizaram US$ 1,22 bilhão. Considerando os quatro primeiros meses de 2015 a despesa dos brasileiros no exterior chega a US$ 6,87 bilhões, o menor valor para o primeiro quadrimestre do ano desde 2011, quando o valor ficou em US$ 6,7 bilhões. Os gastos até abril deste ano caíram 16% na comparação com o mesmo período de 2014. A redução das despesas acontece em um ano de aumento da cotação do dólar. Na parcial dos quatro primeiros meses do ano, a moeda teve alta de 13,33%. Em abril, no entanto, houve recuo de 5,57%, para R$ 3,01.

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26
Mai
País deve cumprir metas previstas para as contas externas neste ano
Postado por: Rodrigo Almeida / 16:10h

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel, disse nesta terça (26.05) que o país está em “uma trajetória consistente” para o cumprimento das projeções para as contas externas. Segundo a previsão do BC, as transações correntes, que são as trocas comerciais e financeiras do Brasil com o resto do mundo, encerrarão 2015 com déficit de US$ 84 bilhões, ou 4,42% do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos em um país. Mais cedo, o BC divulgou que em abril astransações correntes tiveram déficit de US$ 6,901 bilhões. No primeiro quadrimestre, essas transações acumulam saldo negativo de US$ 32,462 bilhões e, no período de 12 meses até abril, têm déficit de US$ 100,2 bilhões. Ao comentar os resultados, Tulio Maciel frisou que houve redução do déficit em 12 meses ante dezembro de 2014, quando estava em US$ 104,8 bilhões. “Acho que estamos em trajetória consistente com nossa meta, que é US$ 84 bilhões”. O chefe do Departamento Econômico destacou o saldo positivo da balança comercial, que ficou superavitária em US$ 280 milhões em abril. “Isso obedece à sazonalidade.

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26
Mai
Para Temer, governo tem votos suficientes para aprovar ajuste fiscal
Postado por: Samile Macedo / 13:43h

Responsável pela interlocução do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional, o vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou nesta terça-feira (26) após se reunir com lideres da base aliada e ministros que o governo tem votos suficientes para aprovar as medidas de ajuste fiscal no Senado. As votações das medidas provisórias do ajuste fiscal devem ter início na sessão desta terça. As MPs 664 e 665, que criam novos critérios de acesso ao seguro-desemprego e à pensão por morte, entre outros benefícios, perdem o efeito em 1º de junho caso não tenham a tramitação concluída no Congresso. As duas matérias já foram aprovadas pela Câmara. A aprovação dos dois textos também no Senado é de interesse do governo. "Temos votos suficientes, o líder do governo fez um levantamento e verificou que há numeros suficientes para votar. É claro que haverá discussão, porque é evidente que a decisão não é apenas do Executivo, o executivo manda o projeto, mas a decisão final é do Congresso. Haverá discussão e a discussão será sempre enriquecedora", disse o vice-presidente. A primeira MP a ser votada será a 665, que muda regras para acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e ao seguro-defeso. Os senadores começaram a discussão do texto na última semana mas, após acordo entre os líderes partidários, decidiram adiar a votação para esta terça. A segunda medida, a MP 664, que altera regras para o acesso à pensão por morte, só será votada após a primeira medida ter sua análise concluída pelos parlamentares. 

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26
Mai
Confiança do consumidor cai 0,6% em maio ante abril, diz FGV
Postado por: Letícia Oliveira / 11:21h

A confiança do consumidor recuou 0,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta terça-feira, 26, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) fechou o mês em 85,1 pontos. Em abril, o indicador havia subido 3,3% ante março, a primeira alta do ano. "O resultado positivo de abril não se sustentou e o ICC voltou a recuar em maio. O movimento foi determinado pela diminuição da satisfação com a situação presente principalmente no que se refere à situação financeira das famílias. A avaliação desfavorável da situação financeira familiar está relacionada à piora do mercado de trabalho, à aceleração da inflação e ao aumento do nível de endividamento dos consumidores", avaliou a economista Viviane Seda, coordenadora da Sondagem, em nota oficial.

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25
Mai
Inmetro faz operação para combater venda de secador e chapinha irregulares
Postado por: Anacley Souza / 19:37h

O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia) começou nesta segunda-feira (25) uma operação especial para combater a venda de produtos elétricos de beleza que estejam irregulares. A entidade vai verificar produtos como chapinhas e pranchas, secador de cabelo, babyliss ou modelador de cachos, depilador elétrico, e barbeador elétrico ou máquina de cortar cabelo. Segundo o instituto, agentes vão fiscalizar o comércio varejista e atacadista em todos os Estados do Brasil. A ideia é checar se esses produtos, inclusive importados, têm o selo do Inmetro, que atesta sua segurança. A ação vai até sexta (29). Se o instituto encontrar irregularidades, o estabelecimento terá dez dias para apresentar defesa e pode levar multa entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão. Os consumidores podem apresentar denúncias por meio da Ouvidoria do Inmetro pelo telefone 0800-285-1818 ou pelo e-mail ouvidoria@inmetro.gov.br. (Bol)

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25
Mai
Enseada Paraguaçu aguarda empréstimo do BB e da Caixa no valor de R$ 600 mi
Postado por: Redação Voz da Bahia / 16:33h

Em processo de desaceleração de empregos, a Enseada Paraguaçu, no Recôncavo da Bahia, aguarda empréstimos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, de acordo com o senador Walter Pinheiro (PT), no valor de R$ 600 milhões. Segundo o petista, presente em um evento na Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), o quadro pede a união entre os políticos da Bahia. “Diante do quadro, temos que tomar atitudes. A iniciativa tem que vir aqui da Bahia. Acho boa a ideia de criar o Partido do Povo da Bahia (PPB)”, brincou, nesta segunda-feira (25). De acordo com Pinheiro, o governador está “extremamente envolvido com a questão da Enseada”. (BN)

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25
Mai
Dívida Pública Federal cresce 0,42% em abril e passa para R$ 2,45 trilhões
Postado por: Samile Macedo / 14:29h

A Dívida Pública Federal teve elevação de 0,42% de março para abril e passou de R$ 2,441 trilhões para R$ 2,451 trilhões. Os dados foram divulgados hoje (25) pelo Tesouro Nacional. O endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da emissão de títulos públicos ou pela assinatura de contratos. A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) cresceu 0,75% e passou de R$ 2,316 trilhões para R$ 2,333 trilhões. DPMFi é a dívida pública federal em circulação no mercado nacional. Ela é paga em reais e captada por meio da emissão de títulos públicos. O motivo da elevação foi a apropriação dos juros da dívida, no valor de R$ 27,08 bilhões. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) registrou, em abril, redução de 5,64% em comparação ao resultado do mês anterior: atingiu R$ 117,68 bilhões, equivalentes a US$ 39,31 bilhões, dos quais R$ 106,92 bilhões (US$ 35,72 bilhões) são referentes à dívida mobiliária (títulos) e R$ 10,76 bilhões (US$ 3,59 bilhões), à dívida contratual. DPFe é a dívida pública federal existente no mercado internacional paga em outras moedas. De acordo com o Tesouro Nacional, “a redução [da DPFe] foi ocasionada pela valorização do real [no período] em comparação a moedas que compõem o estoque da dívida externa”. O total de emissões da Dívida Pública Federal chegou a R$ 102,21 bilhões. A Dívida Pública Federal, segundo o Tesouro Nacional, deverá encerrar o ano entre R$ 2,45 trilhões e R$ 2,6 trilhões. (Agência Brasil)

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25
Mai
Governo 'intensificará esforços' para aprovar ajuste fiscal, diz Mercadante
Postado por: Samile Macedo / 13:16h

O ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, afirmou nesta segunda-feira (25) que o governo “intensificará esforços” nesta semana para garantir a aprovação, no Congresso Nacional, das medidas provisórias que promovem um ajuste fiscal nas contas da União. Mercadante concedeu uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, ao lado do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ao final de uma reunião do grupo de coordenação política do governo federal com a presidente Dilma Rousseff. No dia 1º de junho, duas medidas provisórias que alteram o acesso da população a benefícios trabalhistas e previdenciários irão perder a validade caso o Senado não conclua a análise dos textos. As MPs já foram aprovadas pela Câmara, mas ainda precisam ser apreciadas pelos senadores. A previsão é de que o Senado inicie, nesta terça (26), a votação da medida provisória que muda as regras do seguro-desemprego, a chamada MP 665. “Resumindo, tomamos algumas decisões [na reunião desta segunda da coordenação política]. A primeira é intensificarmos os esforços para a aprovação do ajuste fiscal. No Senado, temos três MPs a serem aprovadas esta semana, todas elas tratando do tema do ajuste fiscal. E, na Câmara, estamos também intensificando os esforços do governo, dialogando com liderenças para a parovação da desoneração da folha de pagamentos”, relatou o ministro da Casa Civil.

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25
Mai
Após ‘recado’, Levy volta a negociar o ajuste no Congresso
Postado por: Letícia Oliveira / 12:01h

Depois de deixar explícita sua insatisfação com o tamanho do corte de despesas federais este ano, ao não comparecer à entrevista de anúncio do contingenciamento, na sexta-feira, 22, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, volta nesta segunda-feira, 25, a Brasília determinado a manter as negociações com o Congresso Nacional. A prioridade é garantir a aprovação pelo Senado esta semana das novas regras para seguro-desemprego e abono salarial. Levy inicia também uma nova jornada por medidas que garantam elevar a arrecadação, como aumento de impostos.Além de discordar do corte orçamentário inferior ao que havia previsto, Levy também considerou “otimista” a previsão de receitas apresentada pelo governo na semana passada.

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25
Mai
Governo espera rombo de R$ 72,8 bilhões no INSS
Postado por: Redação Voz da Bahia / 11:41h

A projeção do governo indica um aumento de 28,4% no deficit da Previdência Social neste ano, em relação com 2014, quando o rombo registrado foi de R$ 56,7 bilhões. Com a deterioração do mercado de trabalho e sucessivas derrotas do pacote de ajuste fiscal no Congresso, o governo preferiu rever os R$ 43,6 bilhões, calculados na versão original do Orçamento (feita no ano passado), reajustando para R$ 72,8 bilhões. A diferença entre o previsto no Orçamento e o estimado agora é de 67% e teve como base as novas estimativas de receitas e despesas. Como percentual do PIB, o deficit sobe de 1% para 1,2%, maior patamar em seis anos. A piora das contas previdenciárias explica parte das dificuldades enfrentadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na tentativa de reequilibrar o caixa do governo. Para reforçar a arrecadação do INSS em R$ 5,4 bilhões, foi proposta uma revisão drástica da política desoneração tributária das folhas de pagamento das empresas, uma das marcas do primeiro governo Dilma. O projeto, no entanto, sofre resistências dos próprios partidos que dão sustentação ao Palácio do Planalto no Congresso. Depois de atrasos e modificações, a expectativa de ganhos até dezembro se tornou remota. O mesmo aconteceu com a medida provisória destinada a endurecer as regras para a concessão de pensão por morte e auxílio-doença, desfigurada com a ajuda decisiva do PT e do PMDB. A receita esperada no ano com a contribuição previdenciária foi reduzida em R$ 28 bilhões. Uma das principais explicações é a projeção de queda de 2,9% da massa salarial (soma de todos os salários recebidos), descontada a inflação. Pelos cálculos oficiais, o INSS arrecadará o equivalente a 6,25% do PIB. Não se pode acusar a previsão de pessimista: em 2014, com o emprego em alta, foram 6,1%, recorde histórico.

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25
Mai
Expectativa de inflação dos consumidores volta a subir
Postado por: Letícia Oliveira / 11:27h

A taxa mediana (que desconsidera os extremos nas projeções) da inflação prevista pelos brasileiros para os próximos 12 meses teve uma pequena alta de 0,1 ponto percentual, de abril para maio deste ano, e atingiu, pela terceira vez consecutiva, o recorde da série iniciada em setembro de 2005. Em maio, a distribuição de frequência, por faixas, das previsões quantitativas de inflação feita pelos consumidores para os 12 meses, teve a faixa compreendida de 8% a 9% entre as mais citadas, com 23,4% das assinalações.

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25
Mai
Ciclo de alta completa 2 anos com consumidor recorrendo ao crédito caro
Postado por: Letícia Oliveira / 10:21h

O ciclo de alta da Selic completou dois anos em abril e, apesar de o juro estar mais caro no cheque especial e no cartão de crédito, o consumidor elevou o uso desses empréstimos. Segundo dados do Banco Central, o volume emprestado no cartão de crédito subiu 35% entre abril de 2013 e março deste ano, enquanto no cheque especial avançou 28%. O aumento de gastos fixos e a queda da renda são alguns dos motivos que fazem o brasileiro recorrer a estas modalidades. Além da situação da economia, especialistas apontam outros motivos para o crescimento. "Estas são as duas linhas de crédito pré-aprovado mais facilmente disponíveis no mercado", diz o diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Anefac, Miguel de Oliveira. No caso do cartão, o uso pode ser benéfico. O consumidor pode concentrar gastos e parcelar a compra de bens que não poderia pagar à vista. O problema começa quando ele não paga a fatura e entra no crédito rotativo. "O rotativo é algo emergencial, para ser utilizado já esperando receber um dinheiro para cobrir a conta", diz o diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Ricardo Vieira.

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25
Mai
PT quer novas taxas sobre lucro e fortuna
Postado por: Letícia Oliveira / 10:10h

Desgastado com sua base política devido ao pacote de ajuste fiscal apresentado pelo Planalto, o PT vai propor a criação de uma série de novos impostos como alternativa aos cortes orçamentários e restrição de benefícios trabalhistas adotados nos primeiros cinco meses do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. A sugestão será encaminhada durante o 5º Congresso Nacional do partido, que começa no dia 11 de junho, em Salvador, e tem o apoio da cúpula da legenda. A proposta do PT sugere a criação de dois novos tributos e o aumento da alíquota de uma terceira taxa. O primeiro imposto recairia sobre lucros e dividendos hoje isentos, cujo montante em 2014 foi de R$ 300 bilhões, segundo estudo do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco) citado pelo partido. Os petistas apontam o exemplo do Chile, onde a alíquota máxima é de 25%. A segunda proposta é uma bandeira histórica do PT, a tributação de grandes fortunas.

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25
Mai
Aperto de crédito tende a diminuir vendas das incorporadoras
Postado por: Letícia Oliveira / 07:06h

O aperto no crédito restringe a intenção das famílias em adquirir imóveis e tende a sustentar um nível elevado de distratos, pavimentando o caminho para uma espiral negativa de lançamentos e dificuldades adicionais de vendas. A situação, apontam especialistas ouvidos pelo Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, agrava a perspectiva para as incorporadoras, que já lidam com a deterioração do cenário macroeconômico e o enfraquecimento da confiança dos consumidores. Com inflação elevada e baixo crescimento econômico, já suficientes para afastar clientes dos estandes de vendas, a postura mais rígida dos bancos em relação ao mercado imobiliário faz cair o número de negócios. Reflexo desse processo pode ser observado nos primeiros três meses deste ano.

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24
Mai
Aposentados se queixam de fraude em crédito consignado
Postado por: Rodrigo Almeida / 19:42h

Considerado muita vezes um complemento de renda para aposentados e pensionistas, a contratação do crédito consignado deve ser feita com cautela por esse público, mais suscetível a fraudes. A Ouvidoria-Geral da Previdência Social recebeu, de dezembro de 2014 a março de 2015, 1.746 queixas sobre crédito consignado somente na Bahia. A principal delas (20%) versa sobre descontos no benefício de empréstimos não autorizados.Foi o caso do motorista aposentado José Zacarias Silva, 67 anos, que descobriu há quatro meses que estava recebendo, desde 2013, descontos em folha de um empréstimo não solicitado, de um banco do qual nunca foi correntista. O contrato foi, inclusive, renovado no ano passado, mais uma vez sem o consentimento do aposentado.Por mês, Zacarias, que recebe dois salários mínimos, era descontado em R$ 150. "Como tinha outro empréstimo, nem deu para perceber. O banco ainda me colocou no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) quando parei de pagar". Ele pretende, agora, ingressar com uma ação na justiça para receber de volta a quantia.

Fragilidade

O assessor técnico do Procon Bahia, Filipe Vieira, ratifica que problemas com crédito consignado estão especialmente relacionados aos idosos. "As financeiras se valem da fragilidade do idoso para obter negócios", resume.

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24
Mai
Preço da gasolina pode ter aumento de até 9,5%, apontam economistas
Postado por: Letícia Oliveira / 10:57h

Além dos aumentos de preços administrados anunciados recentemente estarem surpreendendo para cima, alguns economistas estão incluindo em seus cenários de inflação deste ano um possível reajuste nos preços da gasolina. Para eles, será necessário reforçar o caixa da Petrobras por causa da alta da cotação do petróleo no mercado internacional e da desvalorização do câmbio no Brasil.

Gasolina e restaurantes ficam até 53% mais baratos no dia 25 de maio: O economista-chefe do banco Safra, Carlos Kawall, trabalha com um cenário de reajustes nos preços da gasolina em 2015, de 9,5% e de 6,0% na refinaria e na bomba, respectivamente, distribuídos em duas etapas, uma no meio e outra no fim do ano. Esses números teriam um impacto de 0,24 ponto porcentual no IPCA.

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24
Mai
Divergências de Levy e Barbosa vão além do Orçamento
Postado por: Letícia Oliveira / 10:34h

As divergências entre os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, não se resumem ao montante de cortes no Orçamento para o ajuste fiscal. Segundo fontes do governo, as discordâncias incluem também a desoneração da folha de pagamento das empresas e principalmente as mudanças no cálculo do fator previdenciário aprovadas pela Câmara. Foi por causa destas divergências, e não por conta de uma gripe, que Levy não compareceu à entrevista coletiva convocada para anunciar o contingenciamento, anteontem. O governo definiu um corte de R$ 69,9 bilhões. Levy queria um valor maior – entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões – enquanto Barbosa defendia um montante menor do que foi anunciado. Mas as discordâncias não param aí. Há cerca de duas semanas, numa reunião da coordenação política do governo, a presidente Dilma Rousseff foi obrigada a intervir em uma acalorada discussão entre os dois.

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23
Mai
Governo federal monta estratégia para a retomada do crescimento econômico
Postado por: Letícia Oliveira / 16:45h

A economia brasileira caminha para uma retomada do crescimento sustentado, com geração de empregos e de renda, a partir do segundo semestre deste ano. O primeiro passo foi dado nessa sexta-feira (22.05) pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, que anunciou a nova estimativa para 2015 do orçamento do governo federal. Segundo ele, foi necessário readequar a previsão de receitas e despesas públicas. Para isso, o governo revisou para baixo, em R$ 69,9 bilhões, a estimativa de gastos neste ano. Barbosa afirmou que serão preservados investimentos em rodovias, ferrovias, saneamento básico, obras com 70% dos trabalhos já realizados e programas como o Minha Casa Minha Vida. “O que estamos fazendo é uma adequação do cronograma de investimentos à situação fiscal de receitas e despesas do governo”, disse o ministro. “O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terá 40,5 bilhões de reais. É um valor suficiente para fazer muita coisa.”

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23
Mai
Conta ainda não fecha, dizem economistas após corte
Postado por: Letícia Oliveira / 11:52h

Para os economistas que acompanham as contas públicas, o contingenciamento do Orçamento anunciado ontem não surpreendeu. Ficou dentro do esperado. As medidas deixaram outra certeza: de que o governo terá mesmo dificuldades para cumprir a meta deste ano de superávit primário (a economia para o pagamento da dívida pública). O governo se comprometeu a fazer um superávit primário de 1,2 ponto porcentual do Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o especialista em contas públicas Raul Velloso, ficou claro que a meta está mais distante porque a equipe do ministro da Fazenda Joaquim Levy, não conseguiu cortar tudo o que precisava e queria. “Ou em algum momento do ano o Levy vai se desgastar anunciando outro contingenciamento ou teremos novos aumentos de carga tributária para fechar a conta”, diz ele. O contingenciamento foi de quase R$ 70 bilhões, mas precisava ser o dobro.

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23
Mai
Voos domésticos crescem 3,09% em abril
Postado por: Letícia Oliveira / 10:43h

A demanda por voos domésticos registrou crescimento de 3,09% em abril, em relação ao mesmo mês do ano passado. A oferta de assentos teve alta de 1,31% na mesma base de comparação. Diante disso, a taxa média de ocupação dos aviões ficou em 80,94%, um aumento de 1,4 ponto percentual ante igual período de 2014. “Em linha com o que afirmamos no mês passado, a curva de crescimento da demanda está estável ao longo do ano”, afirmou o presidente da ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Eduardo Sanovicz. O volume de passageiros transportados avançou 6,39% em abril, em relação a igual período de 2014, ou o equivalente a oito milhões de passageiros. “O principal condutor da demanda é o crescimento do PIB, mas há uma redução significativa de preços da ordem de 20% em abril, na comparação anual. Foi essa combinação que propiciou os resultado do período”, disse o consultor técnico da ABEAR, Mauricio Emboaba. (Notícias ao Minuto)

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23
Mai
MP664 causa divergência entre área econômica e política
Postado por: Letícia Oliveira / 10:34h

As áreas política e econômica do governo federal entraram em divergência em relação ao destino da Medida Provisória 664, que tornou mais difícil o pagamento de benefícios previdenciários – pensões por morte e auxílio-doença. Ontem, ao anunciar o decreto de contingenciamento orçamentário, a equipe econômica sinalizou que conta com a aprovação da MP. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, deixou claro que espera a aprovação das medidas provisórias no Senado. Por outro lado, integrantes da cúpula do governo trabalham para colocar em prática, na próxima semana, uma manobra regimental que pode acarretar na perda de validade da Medida Provisória 664. Caso a proposta não seja votada no Congresso Nacional antes do próximo dia 1º de junho, ela “caduca”, perdendo seus efeitos. Segundo relatos ouvidos pelo Estado, a avaliação dentro do governo é de que o texto original foi bastante alterado na discussão realizada na Câmara dos Deputados, tornando a economia menor do que a esperada pela equipe econômica.

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23
Mai
Venda de portáteis cresce mais que a de linha branca
Postado por: Letícia Oliveira / 10:26h

O interesse crescente de tradicionais fabricantes de aparelhos de imagem e som e de eletrodomésticos da linha branca (fogão, geladeira e lavadora) pelos eletroportáteis, que são aqueles itens de baixo valor unitário, com cafeteiras, ferro de passar, por exemplo, é explicado pelo forte desempenho desse segmento no País. No ano passado, as vendas de eletroportáteis somaram R$ 14,3 bilhões e cresceram 14,5% em relação a 2013, nas contas da empresa de pesquisa Euromonitor International. É mais que o dobro da taxa alcançada pela linha branca no mesmo período (7%). Alexis Frick, analista de pesquisa da empresa, aponta os fatores que, na sua opinião, explicam o desempenho de mercado dos eletroportáteis. O primeiro deles é o fato de o preço médio dos portáteis ser muito inferior ao de um eletrodoméstico de grande porte. Isso acelera as vendas desses produtos, especialmente num cenário de crise como o atual.

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23
Mai
Defensor de aperto maior, Levy se ausenta
Postado por: Letícia Oliveira / 09:11h

Depois de negociar pessoalmente ponto a ponto do ajuste fiscal, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, decidiu não participar nesta sexta-feira, 22, do anúncio do corte de Orçamento da União de 2015. Durante uma hora e meia, entre a abertura do auditório do Ministério do Planejamento e o início da coletiva de anúncio dos cortes de gastos no Orçamento, o nome de Levy permanecia em uma placa sobre a mesa do palco ao lado do anfitrião, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. Mas Levy não foi. O ministro, que encarna o ajuste fiscal do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, defendia um contingenciamento maior do que os R$ 69,9 bilhões anunciados.

Mesmo com o expressivo valor do corte, a ausência do ministro foi vista nos bastidores como um sinal de que ele não ficou nada satisfeito com o tamanho da tesourada. A versão oficial é a de que o titular da Fazenda não compareceu porque estava gripado. Outra versão que circulou é a de que o Palácio do Planalto pediu para que ele não participasse para ser poupado da agenda negativa do governo. Outra explicação ventilada por fontes do governo é a de que o ministro deixou de aparecer para evitar que o tema da entrevista se tornasse tributária, já que hoje foi publicada uma medida provisória aumentando a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para as instituições financeiras.

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23
Mai
Aneel nega a hidrelétricas repasse de custos para o consumidor
Postado por: Letícia Oliveira / 08:17h

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) rejeitou um pedido feito pelos representantes de hidrelétricas de todo o País, para que a conta de luz dos consumidores passasse a incluir custos pela frustração da energia não entregue por essas usinas, tecnicamente chamado de risco hidrológico. Em avaliação concluída nesta semana, as áreas técnicas da agência rejeitaram o pleito apresentado pela Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine) e pela Associação Brasileira das Empresas Geradoras de Energia Elétrica (Abrage). A decisão derruba não apenas os argumentos expostos das empresas, como também aponta que o rombo bilionário alardeado pelas hidrelétricas, de R$ 18,5 bilhões no ano passado, seria bem menor. O buraco nas contas acontece toda vez que a hidrelétrica não entrega a energia que havia prometido fornecer às distribuidoras. Nessa situação, a usina precisa recorrer ao mercado à vista para comprar o que deixou de produzir.

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