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Brasileira é a quinta mulher do mundo a ter filho por fertilização in vitro depois dos 60 anos

Mulher  Postado por Aline Souza - 17/04 15:10h
Brasileira é a quinta mulher do mundo a ter filho por fertilização in vitro depois dos 60 anos

Foto: Origem Fotografia / Reprodução

Norma Maria de Oliveira, procuradora da prefeitura de Itabira (MG), deu luz à primeira filha, fruto de uma fertilização in vitro, com um óvulo doado de forma anônima e o espermatozoide do seu companheiro, de 45 anos. foi necessária apenas uma tentativa para que a gestação vingasse. A bebê Ana Letícia nasceu na Maternidade Hospital Octaviano Neves, de Belo Horizonte, com 1,7 kg e medindo 48 centímetros e teve 34 semanas de gestação. O parto foi feito à cesariana, e ocorreu bem, assim como a gravidez. A idade avançada é um fator que impede muitas mulheres de engravidarem. Por causa da idade, Norma procurou a ginecologista Rita de Cassia Lopes Souza Amaral para consultas e exames para saber se era possível realizar a inseminação. "Norma é muito sonhadora e me procurou com uma vontade incrível de gerar o próprio bebê", contou a ginecologista ao site da revista Claudia. A médica achou que não iriam conseguir, pois se as probabilidades de uma mulher jovem engravidar com fertilização é de 40%, com uma mulher de 64, a probabilidade reduziria. Durante a gravidez, os riscos eram os mesmos que em outras gestações. "Fiquei muito emocionada, estamos rompendo com um preconceito. Nós quebramos uma barreira, a de fazer com que uma mulher engravide pós-menopausa", disse Rita. Para ela, o caso mostra que a medicina está evoluindo cada vez mais. O caso de Norma é um dos mais impressionantes registrados. "Ela é a quinta no mundo que teve um filho com esse método, tendo mais de 60 anos", relatou a médica. (BN)

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Aumenta compra de tecidos e roupas feitas sob medida

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 17/04 11:50h
Aumenta compra de tecidos e roupas feitas sob medida

Sair de casa com uma roupa nova e se deparar com alguém vestindo a mesma peça que você é um tanto quanto desagradável, não é mesmo? No entanto, essa é uma situação comum, sobretudo nos maiores centros urbanos. Com o advento das marcas de vestuário que produzem peças em grande escala, é fato que muitas pessoas adquiram peças iguais, ocasionando a coincidência das roupas entre os consumidores. Em decorrência disso, cada vez mais há um aumento significativo da confecção de roupas sob medida, ou seja, personalizadas. Essa opção valoriza a produção de costureiras, alfaiates e trabalhadores que se arriscam no novo nicho: peças produzidas “à mão”, para um público segmentado. Renan Rosolen, proprietário da Loja de Tecido, que vende tecidos online, aponta um aumento na venda nos últimos anos. Para ele, a valorização do trabalho manual e personalizado cresce a cada dia, fazendo com que tenha uma maior procura de profissionais que confeccionam peças sob medida.

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Agressões virtuais contra mulheres serão investigadas pela Polícia Federal

Mulher  Postado por Aline Souza - 16/04 17:47h
Agressões virtuais contra mulheres serão investigadas pela Polícia Federal

Foto: Reprodução / Pixabay

É muito comum encontrar casos de agressão virtual, desde um xingamento, até um caso de revenge porn, no qual a pessoa vaza fotos íntimas de uma mulher propositalmente. Agora, mulheres que são agredidas em ambientes virtuais poderão fazer a sua própria denúncia da Polícia Federal. Casos de crimes com conteúdo misógino (discursos que propagam ódio ou aversão às mulheres), passarão a ser investigados pela Polícia Federal. "Nós teremos aí mais efetividade prática nas ordens judiciais e teremos também aqui a inclusão como crime daquele que descumprir essas ordens judiciais. Ao mesmo tempo, temos também uma investigação mais contundente, mais profunda, mais técnica feita pela Polícia Federal quando, a partir do uso da internet, forem divulgadas mensagens de ódio contra as mulheres", diz Renato Opice Blum, coordenador do curso de direito digital do Insper. 

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Procedimento médico para ter 'faróis acesos' vira febre em Nova York

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 15/04 22:54h
Procedimento médico para ter 'faróis acesos' vira febre em Nova York

Cirurgiões plásticos de Nova York (EUA) têm recebido cada vez mais uma demanda que até bem pouco tempo atrás era considerada incomum: clientes estão se submetendo a procedimentos para ficar com os mamilos permanentemente eriçados (conhecidos popularmente como "faróis acesos"). A maior referência da clientela é a celebridade americana Kendall Jenner, cujos seios sem sutiã, explorados à exaustão pela mídia, servem de inspiração para muitas mulheres. "Meus mamilos nunca ficam eriçados", disse ao "NY Post" uma mulher de 28 anos, que buscou atendimento no consultório do cirurgião plástico Norman Rowe, em Manhattan. Cirurgiões plásticos de Nova York (EUA) têm recebido cada vez mais uma demanda que até bem pouco tempo atrás era considerada incomum: clientes estão se submetendo a procedimentos para ficar com os mamilos permanentemente eriçados (conhecidos popularmente como "faróis acesos"). A maior referência da clientela é a celebridade americana Kendall Jenner, cujos seios sem sutiã, explorados à exaustão pela mídia, servem de inspiração para muitas mulheres. 

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Helena Ranaldi desabafa sobre violência doméstica

Mulher  Postado por Fernanda Pinheiro - 15/04 14:28h
Helena Ranaldi desabafa sobre violência doméstica

Foto: AG NEWS / Thiago Duran

Helena Ranaldi relembrou a personagem que viveu na novela "Mulheres Apaixonadas", uma das mais marcantes de sua carreira. Convidada do "Superpoderosas", da Band, desta terça-feira (10), a atriz afirmou que um aspecto que lhe chamou a atenção na época foi o fato de o tema ser tratado por meio de uma personagem instruída. "Gosto sempre de falar que achei interessante esse tema da violência ser abordado com uma personagem que era uma pessoa instruída, que tinha estudo, preparo, classe média. Não tem nada a ver [classe social], qualquer pessoa está sujeita a receber esse tipo de tratamento. Não só a violência física, mas a violência moral", declarou Helena. Na trama, ela interpretou Raquel, uma professora que foi agredida diversas vezes por seu marido, Marcos (Dan Stulbach).

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Isso é Feminicídio!

Mulher  Postado por Fernanda Pinheiro - 14/04 09:33h
Isso é Feminicídio!

Foto:Chacatorex

Se você pensou em um primeiro momento que Feminicídio é quando morre uma mulher, você está no caminho certo. É por aí mesmo, mas tem um agravante: a morte é causada em razão da condição do sexo feminino. Ou seja, mulheres que perdem suas vidas por serem mulheres. Essa é uma realidade que vemos com frequência nos noticiários brasileiros. Todos os dias tem alguém com medo de ser a próxima vítima do machismo que mora ali ao lado ou dentro da própria casa. O termo Feminicídio foi utilizado pela primeira vez nos anos 70, mas só começou a ganhar corpo nos anos 2000, após muita luta para que se reconhecesse a violência de gênero como um tipo de crime com motivações específicas, que vão além da comum ambientação das violências doméstica e familiar.

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Escola obriga menina a colocar adesivo nos mamilos por não usar sutiã

Mulher  Postado por Willyam Reis - 09/04 22:31h
Escola obriga menina a colocar adesivo nos mamilos por não usar sutiã

A estudante americana de 17 anos, Lizzy Martinez, foi obrigada pela escola a colocar adesivo nos mamilos depois de ir para a aula sem sutiã. Na segunda-feira (2), Lizzy usou uma camiseta cinza larga no colégio, localizado na Flórida, nos Estados Unidos, sem, no entanto, colocar um sutiã. Depois de assistir algumas aulas, ela foi chamada à sala da diretoria porque uma das professoras disse que ela estava “distraindo a atenção de outros alunos”. “Eles pediram para a minha filha colocar uma camiseta a mais e disseram para ela andar de um lado para o outro para ver o quanto seus seios se movimentavam”, contou Karu Knop, a mãe da garota, em seu Facebook. Lizzy contou ao veículo Metro US que chorou muito na enfermaria, onde lhe deram quatro Band-aids para que ela os colocasse nos mamilos. Quando isso aconteceu, ela ligou para a mãe. “A diretora da escola me disse que Lizzy foi chamada ao seu escritório porque muitos alunos estavam falando dela. Eu perguntei se algum deles foi repreendido por estarem falando dela e ela me falou que na verdade eles não estavam falando dela, mas sim encarando-a. Então eu perguntei se algum funcionário disse para eles olharem para o rosto dela em vez de encararem seus seios. A diretora ficou em silêncio”, disse Kari.

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Especialista dá dicas de como manter a sobrancelha perfeita com formato natural

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 07/04 17:51h
Especialista dá dicas de como manter a sobrancelha perfeita com formato natural

É possível encontrar diversos truques e modelos de sobrancelha diferentes na internet. Quem faz com frequência as sobrancelhas sabe que deixar os fios acomodados e ajeitados pode ser um desafio. Uma nova onda, no entanto, está fazendo cada vez mais com que as pessoas utilizem as suas sobrancelhas de forma mais natural possível. “Hoje as pessoas estão pensando em ser mais autênticas. E fazem o que gostam com a maquiagem. A moda e a beleza evoluíram e estão mudando. Voltamos aquela fase de ser bonitas naturalmente”, comenta a make-up stylist regional da NARS para a América Latina. Ao site da revista Cosmopolitan, a especialista dá a dica de utilizar produtos específicos para o local, preocupando-se menos com um delinear perfeito em um novo formato, e mais em destacar o que você já tem. “Use uma máscara de sobrancelha para pentear os fios. Quando faz isso, você intensifica a cor da região e o seu formato natural. Caso precise de mais definição, você pode utilizar um lápis”, aconselha Rafaella. (Foto: Reprodução / Pinterest)

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Queda de nascimentos em 2016 desperta interesse da psicologia

Mulher  Postado por Aline Souza - 07/04 11:22h
Queda de nascimentos em 2016 desperta interesse da psicologia

Foto: Reprodução / Pixabay

Segundo pesquisa realizada pelo IBGE em 2016, o Brasil marcou queda em -5,1% em nascimentos, relacionado ao ano de 2015, sendo a primeira queda desde 2010. Este é um assunto que vem despertando interesse em diversas áreas do conhecimento, como por exemplo, psicologia social e sociologia, que está tentando entender este novo momento da mulher no campo social e quais os impactos psicossociais desta escolha. A psicóloga Salma Cortez explica que fatores importantes estão impactando neste processo, como aumento da importância da carreira profissional para mulheres, o crescimento gradativo do poder econômico e, portanto, a sensação de maior autonomia e poder de escolhas. A diversidade de métodos contraceptivos, o maior nível de consciência sobre o nível de investimento afetivo, psicológico e financeiro, que envolve a criação de um ser, também são levados em conta, porém o ponto mais interessante para a terapeuta é o descolamento da identificação mulher/mãe. "Isto nos leva a pensar que é uma escolha que, mais do que uma pressão de fatores externos, está vindo a partir de um posicionamento interno a partir do qual dizemos para nós mesmas que o fato de sermos mulheres não nos obriga a também a sermos mães.

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Site reúne e explica músicas brasileiras consideradas machistas

Mulher  Postado por Aline Souza - 05/04 16:45h
 Site reúne e explica músicas brasileiras consideradas machistas

Foto: Reprodução

Com o objetivo de provocar reflexão na sociedade, o projeto Música Machista Popular Brasileira (MMPB) reúne em um site letras de músicas que muita gente nem imaginava que fosse machista (veja aqui). "Há quem ainda ignore, mas a música é um produto cultural que retrata e reflete o quanto nossa sociedade caminha a passos lentos com relação ao respeito à mulher enquanto indivíduo", está escrito na descrição do projeto. As músicas separadas pelo site envolvem tanto intérpretes homens quanto mulheres. Roberto Carlos, Vinicius de Moraes, Claudinho e Bochecha, Gabriel O Pensador, Claudia Leitte, Joelma Almeida, Sandy e Junior, Wesley Safadão, Jorge e Matheus, Henrique e Julianno, Mc Livinho e Biel são alguns dos nomes que aparecem na lista. Além deles, bandas como Raimundos, Ultraje a Rigor e Racionais também marcam presença entre os intérpretes com letras de músicas machistas.

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Nova York pretende liberar supositório de maconha como remédio para cólicas

Mulher  Postado por Willyam Reis - 05/04 11:41h
Nova York pretende liberar supositório de maconha como remédio para cólicas

Em breve, as mulheres de Nova York poderão usar suposutórios vaginais de cannabis para tratar cólicas durante a menstruação. A maconha medicinal já é permitida pela legislação, o próximo passo será acrescentar  a dismenorreia (cólicas menstruais) à lista de condições que justificam o uso do medicamento. A lista já inclui doenças como HIV, câncer e esclerore múltipla. Nos EUA, existe uma empresa que fabrica supositórios feitos à base de THC, o principal composto psicocativo da maconha. O produto pretende aliviar as dores de cólica em até 20 minutos e é comercializado apenas na Califórnia e no Colorado. Segundo o site Catraca Livre, na Califórnia, é preciso ter uma receita médica para adquirir o produto. Já no Colorado, o uso recreativo da maconha já é liberado e a compra pode ser feita sem nenhuma receita. De acordo com os pesquisadores, as substâncias presentes na fórmula do supositório relaxam a musculatura da região pélvica, que tem o maior número de receptores canabinoides, depois do cérebro, que aliviam a dor. No entanto, os ginecologistas alertam que não existem pesquisas suficientes para atestar que a eficiência da erva realmente alivia as cólicas menstruais. (BN)

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Cantar músicas de ninar traz diversos benefícios para as mães

Mulher  Postado por Aline Souza - 29/03 19:55h
Cantar músicas de ninar traz diversos benefícios para as mães

As mães também relaxam quando cantam para os bebês (Reprodução/Facebook)

Cantar músicas de ninar para acalmar bebês é uma técnica antiga. Porém, a novidade é que as canções trazem benefícios também para as mães. De acordo com estudo publicado pela Universidade de Toronto, no Canadá,  em fevereiro deste ano, canções de ninar ajudam a acalmar o organismo de mães e filhos simultaneamente – assim como músicas agitadas deixam ambos elétricos. Para chegar à essa conclusão,  pesquisadores da universidade pediram às mães que participaram da investigação que cantassem a música ‘Brilha, brilha estrelinha’ em diferentes entonações de voz e velocidade, enquanto olhavam diretamente para os olhos dos bebês. Durante o canto em volume baixo e ritmo lento, notou-se que mães e bebês se acalmavam. Em tons altos e acelerados, os filhos se sentiam mais agitados. O resultado do estudo foi apresentado no Congresso Cognitive Neuroscience Society (CNS), em Boston, nos Estados Unidos, pela integrante da pesquisa Laura Cirelli. (Correio)

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Mulheres sentem-se rejeitadas para emprego por serem mães

Mulher  Postado por Fernanda Pinheiro - 29/03 15:38h
Mulheres sentem-se rejeitadas para emprego por serem mães

 Foto: IStock/Getty Images

Não é fácil retornar ao trabalho depois da maternidade. Primeiro há a dificuldade de decidir com quem deixar o bebê, pois faltam creches e nem todo mundo conta com uma rede de apoio por perto para ajudar. Para as que amamentam, o fim da licença-maternidade implica em planejamento para ordenhar leite suficiente para alimentar o filho enquanto estiver longe. Não bastassem essas preocupações, as mães ainda têm de se deparar com o preconceito profissional. Quase metade das  mulheres disseram que já foram rejeitadas para uma vaga de trabalho por serem mães ou estarem grávida. Outras 37% afirmaram que já perderam uma promoção pelo mesmo motivo.

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Cidades espanholas criam medida 'antiassédio' para mulheres nos ônibus

Mulher  Postado por Aline Souza - 29/03 14:41h
Cidades espanholas criam medida 'antiassédio' para mulheres nos ônibus

Foto: Reprodução / Pixabay

Em cidades como Vigo, no norte da Espanha, nas linhas de ônibus noturnas, as mulheres podem pedir para o motorista parar fora do ponto para que elas possam descer mais perto de casa. A previsão é para que isso aconteça também em outras cidades do país para reduzir o risco de assédio e agressões que as mulheres costumam sofrer. Essas paradas receberam os nomes de “sob demanada”, “intermediária” ou “antiassédio” nas cidades que estudam aderir à iniciativa. O objetivo é fazer com que as mulheres se sintam um pouco mais seguras na volta para casa durante a madrugada. O sistema funciona na cidade de Vigo desde fevereiro. A parada “sob demanda” é aplicada a partir das 22h30 em todas as linhas urbanas que prestam serviço noturno. De acordo com o prefeito Abel Caballero, para uma mulher pedir um ônibus fora do ponto, elas devem ficar paradas na parte dianteira do veículo e descer pela porta mais próxima ao motorista.

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Africana cria negócio com mulheres sem terra para acabar com a desnutrição

Mulher  Postado por Aline Souza - 28/03 17:56h
Africana cria negócio com mulheres sem terra para acabar com a desnutrição

Foto: Divulgação

Natural de Gana, onde mais da metade das crianças sofrem com a desnutrição e a fome faz 3,5 milhões de vítimas todos os anos, a africana Salma Abdulai, de 32 anos, tinha o desejo de acabar com a fome no mundo. “A desnutrição é uma questão social séria em Gana, onde temos muitas crianças que morrem com menos de cinco anos de idade por causa da má nutrição”, diz ela. “Por isso, acredito que, para ter uma sociedade saudável e ativa, precisamos começar com a comida”, completa. Formada em Tecnologia Agrícola e pós-graduada em Economia Agrícola, e atualmente está promovendo uma revolução social e agrícola em seu país. Desde 2014, quando ela abriu a empresa Unique Quality Product Enterprise, Salma está conseguindo beneficiar não somente aqueles que sofrem com a desnutrição, como também as mulheres que vivem naquela sociedade.  Depois de anos estudando, a pesquisadora descobriu o potencial do fonio, um cereal indígena que é altamente nutritivo e em desuso há seis décadas.

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Tênis de cano alto voltam dos anos 90 para oferecer looks modernos e confortáveis

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 27/03 11:38h
Tênis de cano alto voltam dos anos 90 para oferecer looks modernos e confortáveis

Entre as tendências que estão voltando diretamente dos anos 90, uma delas é o tênis de cano alto. Como são confortáveis e dão muita personalidade ao visual, eles são capazes de acompanhar uma variedade enorme de ambientes e compromissos. Em um almoço com as amigas, por exemplo, ou uma situação mais informal, combine o modelo com um jeans mais solto e um blazer estampado. Uma boa combinação também é o calçado com um vestido de tecido leve, para os dias mais quentes.

Para o trabalho, o look total White não perde elegância, ainda mais se tratar-se de um mix de camiseta com calça de sarja. O toque de elegância fica por conta de um trench coat ou outra sobreposição bege. Para bolsa, modelos pouco convencionais podem ser escolhidos para dar ainda mais estilo à produção.

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Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia lança publicação

Mulher  Postado por Aline Souza - 26/03 17:22h
Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia lança publicação

Foto: Reprodução 

A solenidade de assinatura do Termo de Colaboração com as organizações selecionadas no Edital Março Mulheres 2018 será nesta quarta-feira (28), às 17h, no Hotel Wish. O evento é realizado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA) e marca o encerramento das atividades do mês dedicado à luta das mulheres por equidade de gênero. Na ocasião, a SPM-BA e a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) lançam a publicação inédita “Mulheres chefas de família – Perfil da monoparentalidade feminina na Bahia”. A cantora baiana Luedji Luna encerrará o evento com um pocket show para convidados. Segundo a SPM, o Edital Março Mulheres tem como objetivo contribuir para a autonomia, o empoderamento, a promoção e defesa dos direitos das mulheres e, também, contribuir para a prevenção e o enfrentamento à violência de gênero. Pela primeira vez, o Edital apoiou iniciativas na área de produção cultural. Este ano, os recursos passaram de R$ 200 mil para R$ 400 mil reais no total, com 13 projetos contemplados em três categorias: apoio a pequenos empreendimentos com aquisição de equipamentos (5), feira de inclusão socio-produtiva (4) e produção cultural (4). Os projetos selecionados são de oito Territórios de Identidade da Bahia: Itaparica, Médio Rio de Contas, Vitória da Conquista, Portal do Sertão, Recôncavo, Baixo Sul, Vale do Jequiriçá e Região Metropolitana de Salvador. (BNews)

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Candidata ao governo americano fez o vídeo de campanha amamentando

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 25/03 21:35h
Candidata ao governo americano fez o vídeo de campanha amamentando

Krish Vignarajah, candidata ao governo de Maryland, nos Estados Unidos, em sua campanha, apareceu com seu bebê no colo, amamentando e utilizando o slogan “Eu sou mãe. Eu sou mulher. Eu quero ser a sua próxima governadora”. Krish é a única representante do sexo feminino concorrendo para o cargo. Segundo o site da revista Claudia, no início de março, candidata Kelda Roys, de Winsconsin, também apareceu dando de mamar ao filho em seu vídeo de campanha. A candidata recebeu elogios, mas também foi muito criticada. “Se você vai passar mais tempo alimentando a criança do que pensando em questões políticas, por favor, nem entre no páreo”, comentou um usuário do Youtube. Apesar da experiência anterior da colega, Krish não se intimidou e também apareceu com o filho em seu comercial de campanha.

Assista:

 

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Cabelos maltratados podem causar tristeza

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 24/03 18:26h
Cabelos maltratados podem causar tristeza

De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 9 em cada 10 mulheres afirmam que se sentem mais confiantes se os cabelos estão em ordem. A maioria (74%) das entrevistadas diz que um cabelo bonito e bem tratado contribui para a autoestima, e 37% disse que, quando o cabelo não está bonito elas não têm vontade de sair de casa. Problemas como queda de cabelo, coceira, descamação e sensibilidade no couro cabeludo podem ser motivos para fazer com que as mulheres sofram com os seus cabelos. Esses tipos de inconveniente merecem a atenção de um dermatologista. “A queda de cabelos, principalmente em mulheres, causa uma grande distorção da imagem corporal, perda de auto-confiança, sentimentos de inferioridade e, inclusive, depressão. O diagnóstico precoce, assim como o início do tratamento correto, são essenciais para uma boa resposta”, explica a Dra. Cristiane Braga Kanashiro, médica especialista em dermatologia, medicina estética e tricologia. Alterações sistêmicas como hipotireoidismo, anemia crônica, deficiência de fero (e outros nutrientes), diabetes e óvulos policísticos podem estar relacionadas com a queda de cabelo. De acordo com o site da revista Cosmopolitan, eles deixam os fios mais fracos, reduzindo o volume do cabelo e, consequentemente, levando a sintomas depressivos. “Os banhos quentes pioram este ressecamento e, numa tentativa de compensar esta falta de hidratação, há uma superprodução de sebo pelas glândulas do couro cabeludo, provocando aumento de oleosidade, descamação e, às vezes, queda dos fios”, explica a médica.

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Usar cosméticos fora da validade pode causar problemas à pele e aos olhos

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 23/03 13:39h
Usar cosméticos fora da validade pode causar problemas à pele e aos olhos

É importante ficar atenta ao prazo de validade dos cosméticos que você está utilizando. A composição química complexa e o contato direto com a pele e mucosas exige atenção em relação ao tempo de duração. “A maioria dos produtos têm prazo de validade de 6 a 12 meses após abertos, mesmo que conste na embalagem um período maior”, diz Carla Albuquerque, dermatologista da Clínica Carla Albuquerque, localizada em São Paulo. “Todo o produto fora da data de vencimento pode trazer alergias e levar até a complicações mais graves”, ensina Karla Assed, da Clínica Karla Assed, do Rio de Janeiro. 

Esmaltes, por exemplo, tem um prazo de validade de 1 a 2 anos. Depois desse período, eles ficam com uma aparência mais grossa e a cor muda, isso porque, ao longo do tempo, o solvente evapora, podendo causar mudanças na textura da unha e irritações na cutícula. No caso dos Xampus, quando fora da validade, perdem o efeito de limpeza de maneira eficaz, podendo levar ao aparecimento de caspa ou deixar o cabelo enfraquecido e intensificando a oleosidade. 

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Mulheres trocam elegância por conforto e as vendas de salto alto diminuem

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 22/03 11:08h
 Mulheres trocam elegância por conforto e as vendas de salto alto diminuem

De acordo com uma pesquisa feita nos Estados Unidos, as vendas de sapatos de salto alto caíram cerca de 12% no ano passado. Por outro lado, as de tênis femininos cresceram 37% e chegaram a faturar dois bilhões de dólares. Segundo uma reportagem feita pela CBS, o conforto está entre os pré-requisitos mais pedidos pelas consumidoras americanas. De acordo com a redatora-sênior da Refinery29, também entrevistada pela emissora, está ocorrendo uma “zuckerberguização dos ambientes de trabalho”. Segundo o site da revista Claudia,  expressão se refere ao criador do Facebook, Mark Zuckerberg, conhecido por se vestir de forma casual no trabalho. Connie também fala que essa casualidade no trabalho vem ganhando força entre as mulheres, até mesmo em ambientes com códigos de vestimenta mais rígidos.  ”Algumas mulheres se sentem melhor com um par de sapatilhas e eu acredito que chegamos a um ponto na sociedade em que finalmente isso é mais do que aceitável no trabalho”, disse ela. (BN)

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'Quase apanhei até das mulheres ao defender cotas para mulheres em empresas', diz dona do Magazine Luiza

Mulher  Postado por Aline Souza - 20/03 12:58h
'Quase apanhei até das mulheres ao defender cotas para mulheres em empresas', diz dona do Magazine Luiza

Hoje, Luiza Helena Trajano está à frente do conselho de administração do Magazine Luiza | Foto: João Fellet/BBC Brasil

Na sede paulistana do Magazine Luiza, oitava maior empresa brasileira do setor varejista, não há paredes, nenhum homem vai trabalhar de gravata, e bermudas até o joelho são liberadas. De uma sala de vidro no meio do escritório, a executiva Luiza Helena Trajano acompanha o vai e vem dos funcionários e os chama em voz alta pelo nome quando tem algo a resolver. Engajada em campanhas contra a violência doméstica e o assédio sexual na empresa, Luiza conta em entrevista à BBC Brasil que "quase apanhou" de colegas executivas quando começou a defender publicamente cotas para mulheres nos conselhos de administração de companhias. "As próprias mulheres me falavam que o critério para a ascensão deveria ser a meritocracia. E eu dizia: 'Então espere 110 anos'", afirma. Após liderar o Magazine Luiza por 25 anos, período em que a empresa familiar se tornou uma potência do setor, ela passou o bastão em 2016 ao filho Frederico Trajano, novo diretor-superintendente (CEO) da companhia. Luiza permanece à frente do conselho de administração do grupo e hoje lidera o movimento Mulheres do Brasil, que busca ampliar a presença feminina em espaços de poder. Mesmo após se expandir por todo o Brasil, a empresa nascida em 1957 em Franca (SP) mantém ares interioranos. Placas de ruas da cidade foram espalhadas pelo escritório em São Paulo, à beira do rio Tietê, e na parede uma citação do viajante francês Auguste de Saint Hilaire (1779-1853) menciona o "aprazível descampado, em meio a extensas pastagens salpicadas de tufos de árvores" onde Franca foi fundada, no nordeste paulista. (BBC Brasil)

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Jovem fala sobre importância de aceitar o corpo depois da gravidez

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 20/03 12:22h
Jovem fala sobre importância de aceitar o corpo depois da gravidez

Emily Marson, uma jovem inglesa de 19 anos, mãe dos gêmeos Arthur e Finley, compartilhou em sua conta do Instagram uma foto na qual mostra a sua barriga, com a cicatriz da cesárea e estrias que vieram com a gravidez, ao lado dos seus dois filhos. Na legenda, ela falou sobre a transformação do corpo na gravidez e pede que as mulheres não se deixem definir pelas suas cicatrizes.  “A cicatriz que terei pelo resto da vida é um pequeno sacrifício pela vida inteira de belas memórias com a minha família“, escreveu Emily, com o objetivo de incentivar outras mães a amar o próprio corpo do jeito que ele é. “Você é incrível, você é uma mãe e você é a luz dos seus bebês“, diz ela, que relata ainda em seu post alguns momentos difíceis que precisou enfrentar durante a gravidez, como as vezes em que ficou hospitalizada por desidratação e contrações antecipadas, pois “os meninos queriam sair cedo demais”, escreveu ela. De acordo com o site da revista Bebê, outras mães, também usuárias da rede social, comentaram agradecimentos a Emily. Elas contaram que se sentiram compreendidas e incentivadas a não rejeitar as marcas da gestação, mesmo que o período pós-parto seja difícil para cada uma delas. (BN)

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AVC e infarto matam mais mulheres do que câncer de mama e de útero

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 17/03 17:37h
AVC e infarto matam mais mulheres do que câncer de mama e de útero

Por mais que o câncer de mama seja apontado como uma doença que mata muitas mulheres, o que poucas pessoas sabem é que alterações cardíacas e doenças cardiovasculares estão associadas a um terço de todas as mortes de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) um terço de todas as mortes de mulheres. Um estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em 2016 apontou que 17 milhões de brasileiras têm problemas de coração. Conforme estudo da SBC, as doenças do aparelho circulatório são a principal causa de mortalidade feminina no Brasil. O médico cardiologista Fausto Stauffer, destaca que as taxas de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e infarto em mulheres são maiores até mesmo que a incidência dos cânceres de mama e útero. De acordo com o médico, a faixa etária de maior risco, é a partir dos 60 anos. "Nesta idade, o número de mortes por doença cardiovascular é de quatro a seis vezes maior que por câncer ginecológico", afirma. Stauffer ressalta também que é controlar os fatores de risco para doença aterosclerótica (placas de ateroma), que nada mais é do que o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos. "Esse acúmulo leva ao estreitamento das artérias, reduzindo o fluxo sanguíneo para os órgãos. No caso do cérebro, ocasiona o AVC e no coração, o infarto” explica. O médico indica a prática de exercícios físicos para controlar o peso, a pressão arterial e os níveis de glicose no sangue, além de não fumar.

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AVC e infarto matam mais mulheres do que câncer de mama e de útero

Mulher  Postado por Aline Souza - 17/03 15:38h
AVC e infarto matam mais mulheres do que câncer de mama e de útero

Foto: Reprodução / Pixabay


Por mais que o câncer de mama seja apontado como uma doença que mata muitas mulheres, o que poucas pessoas sabem é que alterações cardíacas e doenças cardiovasculares estão associadas a um terço de todas as mortes de mulheres em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) um terço de todas as mortes de mulheres. Um estudo divulgado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em 2016 apontou que 17 milhões de brasileiras têm problemas de coração. Conforme estudo da SBC, as doenças do aparelho circulatório são a principal causa de mortalidade feminina no Brasil. O médico cardiologista Fausto Stauffer, destaca que as taxas de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) e infarto em mulheres são maiores até mesmo que a incidência dos cânceres de mama e útero. De acordo com o médico, a faixa etária de maior risco, é a partir dos 60 anos. "Nesta idade, o número de mortes por doença cardiovascular é de quatro a seis vezes maior que por câncer ginecológico", afirma.

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Repórter do Esporte Interativo desabafa após ser beijada ao vivo: 'Mereço respeito'

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 15/03 00:21h
Repórter do Esporte Interativo desabafa após ser beijada ao vivo: 'Mereço respeito'

A repórter do canal fechado Esporte Interativo, Bruna Dealtry, foi surpreendida com um beijo na boca dado por um torcedor do Vasco durante uma transmissão ao vivo na noite da última terça-feira (13). A jornalista fez um desabafo nas redes sociais pedindo respeito. Ela cobria o jogo do time carioca na Copa Libertadores. "Sou repórter de futebol, sou mulher e mereço ser respeitada", escreveu Bruna. Após ser beijada pelo torcedor, Bruna demonstrou espanto. "Isso não foi legal, né? Isso não precisava, mas aconteceu e vamos seguir o baile por aqui", disse ela na transmissão. No desabafo, ela criticou a atitude do homem por tê-la beijado sem sua permissão e durante o seu trabalho. "Mas hoje, senti na pele a sensação de impotência que muitas mulheres sentem em estádios, metrôs, ou até mesmo andando pelas ruas. Um beijo na boca, sem a minha permissão, enquanto eu exercia a minha profissão, que me deixou sem saber como agir e sem entender como alguém pode se sentir no direito de agir assim. Com certeza o rapaz não sabe o quanto eu ralei para estar ali", escreveu Bruna.

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Pesquisa mostra que 42% das mulheres já sentiram medo do parceiro

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 13/03 20:09h
Pesquisa mostra que 42% das mulheres já sentiram medo do parceiro

Uma pesquisa que ouviu 1.264 mulheres de todas as regiões do país constatou que 42% delas já sentiram medo do parceiro. Os dados foram coletados no início de março pelo Hibou em parceria com o Hysteria, núcleo de curadoria e produção de conteúdo feito por mulheres dentro da Conspiração Filmes. A pesquisa também aponta que 80% das mulheres acreditam que a origem de todo o machismo vem do fato de que os homens tiveram criações diferentes em suas famílias. De acordo com o site da revista Claudia, as mulheres escutadas, 88% não considera importante incluir o sobrenome do marido ao se casar e, para 98%m não é necessário ter filhos para se sentir uma mulher completa. 70% consideram o Brasil machista e 69% afirmam já ter sofrido algum tipo de agressão por ser mulher. Das entrevistadas, 58% diz não comemorar o Dia da Mulher, enquanto 55% não se sente reconhecida pela data e 59% acredita que a data fortalece a autoimagem feminina para as gerações mais novas.

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Pesquisa aponta que jovens mulheres querem ver menstruação com mais naturalidade

Mulher  Postado por Aline Souza - 12/03 16:19h
Pesquisa aponta que jovens mulheres querem ver menstruação com mais naturalidade

Foto: Reprodução / Pixabay


Para muitas pessoas, a menstruação é um processo natural do corpo humano, para outras, ainda é motivo de constrangimento. Uma pesquisa realizada pela revista Capricho, juntamente com a Abril Inteligência, falou com mais de 9 mil garotas de todo o Brasil sobre o assunto. Os resultados mostraram que a menstruação, apesar de ainda ser um tabu, existe um grande desejo de que ela seja vista com mais naturalidade.  Entre as meninas mais novas, a menstruação está associada a vergonha, inclusive de andar com absorventes e serem vistas com o item de higiene. 60% das meninas de 12 a 14 anos declara ter vergonha de ser vista com um absorvente e entre as meninas de 18 a 25 anos, apenas 41% sente esse constrangimento. O medo de manchar as roupas e lugares que sentam é uma preocupação de 55% das meninas de 12 a 17 anos e 48% das mulheres de 18 a 25 anos. 90% das garotas que participaram da pesquisa já passaram por uma situação onde ocorreu um vazamento. Apesar de ser muito associada a sensações de vergonha e medo, uma grande parte das garotas sinalizaram que estão enxergando o processo de uma maneira mais natural, que é desagradável, mas é inerente ao corpo da mulher, além de ser um indicador que a saúde vai bem. Menos de 5% das garotas associaram a menstruação a algo sujo. Essa naturalização se dá mais frequentemente entre as meninas que tem bastante acesso à informação, seja dentro da família ou pesquisando na internet. Também foi indicado pela pesquisa um desejo forte por parte das garotas que o sangramento mensal deixe de ser um tabu. De acordo com o site M de Mulher, quando puderam falar livremente sobre a menstruação, “tabu” foi a terceira palavra mais citada. (BN)

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Pesquisa diz que 69% das empresas não têm iniciativas para promover igualdade de gênero

Mulher  Postado por Willyam Reis - 11/03 16:22h
Pesquisa diz que 69% das empresas não têm iniciativas para promover igualdade de gênero

A pesquisa Levantamento de Dados – Diversidade de Gênero no Mercado de Trabalho, realizada pela advogada Mariana Deperon, da TrEE, consultoria de diversidade de gênero, descobriu que, em um grupo de 600 pessoas, 69% afirmou que a empresa onde trabalham não realizou nenhuma iniciativa para falar sobre igualdade de gênero e 76% delas disseram que não há nenhuma área específica ou um comitê para tratar do assunto. Segundo o site da revista Cosmopolitan, da quantidade de pessoas entrevistadas para dar segmento ao estudo, metade era formada por homens e a outra metade por mulheres. Segundo os dados pesquisados, se enfrentaram problemas de assédio ou abuso, apenas 20% das empresas de pequeno porte tem um canal para denunciar o ocorrido e 1/3 das mulheres sente que não há garantia de sigilo ou proteção ao reportar esse tipo de acontecimento. (BN)

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TPM: saiba como controlar o desejo por doces nesse período

Mulher  Postado por Willyam Reis - 11/03 11:24h
TPM: saiba como controlar o desejo por doces nesse período

As mulheres se queixam, com razão, por sentirem um desejo muito grande por alimentos doces no período que corresponde ao pré-menstrual. A explicação para isso é que ocorre uma redução temporária do neurotransmissor serotonina neste período e portanto o corpo busca a produção de forma natural. Segundo os resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 75% a 80% das mulheres já tiveram a famosa TPM (Tensão Pré-Menstrual). Para 60% delas, os sintomas chegam a atrapalhar as atividades diárias e até prejudicam o trabalho. Porém, existem alimentos que ajudam a diminuir os sintomas da TPM e de quebra, controlam o aumento do peso neste período. O uso de alimentos ricos em L-triptofano também pode ajudar (laticínios, carnes magras, peixes, banana, amendoim e nozes e tâmaras) podem ser um parceiro nesta fase. Evite comer durante a TPM:

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Mês da mulher: descubra quais exames ajudam a manter a saúde feminina

Mulher  Postado por Willyam Reis - 11/03 07:31h
Mês da mulher: descubra quais exames ajudam a manter a saúde feminina

Março, o mês da mulher, traz para a sociedade a oportunidade de ressaltar a importância do cuidado com a saúde do público feminino, que inclui a realização periódica de exames de rotina. Conheça alguns dos principais procedimentos que auxiliam na prevenção de doenças de acordo com a ginecologista, Maria Elisa Noriler:

Ultrassom pélvico: Este exame avalia os órgãos genitais internos da mulher (ovários, útero e trompas) e serve para detectar doenças, acompanhar a gestação e controlar a ovulação em episódios de infertilidade.

Mamografia: Tem como finalidade estudar o tecido mamário e é o principal exame para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações. Mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco.

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Tapetes, cortinas e sofás devem ser lavados pelo menos duas vezes ao ano

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 10/03 11:37h
Tapetes, cortinas e sofás devem ser lavados pelo menos duas vezes ao ano

Além da limpeza de peças de vestuário ou cama, mesa e banho, itens que englobam a decoração de casas e apartamentos também necessitam de cuidados especiais. Cortinas, tapetes, almofadas e sofás, por exemplo, devem ser lavados periodicamente, a fim de evitar o amarelamento do tecido, além do acúmulo de poeira e outros tipos de sujeira que podem trazer problemas à saúde dos moradores. Pensando nisso, a especialista em cuidados têxteis da 5àsec, Marinês Cassiano, dá dicas sobre a frequência com que tais peças precisam ser limpas. No caso de capas de sofá, por exemplo, a recomendação básica é de que sejam lavadas, ao menos, duas vezes por ano. Mas, caso a residência conte com animais de estimação e crianças, ou seja, um lugar que conta com o acúmulo intenso de poeira, a frequência deve ser aumentada para uma vez ao mês. O mesmo vale para as capas das almofadas, que ajudam a compor a decoração da sala. “Além de efetuar a lavagem de tais itens, também aconselhamos que as janelas sejam abertas diariamente, deixando o sol entrar e fazendo com que o ambiente fique arejado”, explica Marinês Cassiano. 

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Em três anos, menções de assédio e violência contra a mulher aumentam 324% na internet

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 10/03 00:30h
Em três anos, menções de assédio e violência contra a mulher aumentam 324% na internet

Ao longo de três anos, as menções de assédio nas redes sociais cresceram 324%. Porém, das milhares de pessoas que comentam sobre o assunto nas redes sociais, apenas 3% delas correspondem às vítimas. A maioria busca a internet para procurar por orientação e apoio para romper com os agressores. Esse dado foi relatado pela pesquisa “A voz das redes: o que elas podem fazer pelo enfrentamento das violências contra as mulheres”, feita pelo Instituto Avon e divulgada na quinta-feira (8) na 5ª edição do Fórum Fale Sem Medo, realizado em São Paulo. O levantamento aponta que surgiu um novo tipo de assédio, o virtual, que pode se manifestar como pornografia de vingança, quando ocorre o compartilhamento de fotos íntimas da mulher sem o seu consentimento, o cyberstalking, no qual a pessoa utiliza as redes sociais para perseguir, e a violência moral. Segundo a pesquisa, a violência no ambiente digital foi 260 vezes maior nos últimos três anos.

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Mulheres são mais exploradas no campo do que nas cidades

Mulher  Postado por Aline Souza - 09/03 16:39h
Mulheres são mais exploradas no campo do que nas cidades

Foto:  Pixabay

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 43% de toda a força de trabalho no campo em todo o mundo é composta por mulheres, no entanto, a posse das terras por elas não passa de 20%.  Layza Queiroz, advogada da ONG Terra de Direitos, e integrante do Conselho Nacional de Direitos Humanos e Comitê Brasileiro de Denfensoras e Denfensores de Direitos Humanos (CBDDH), comentou essa situação em entrevista à Sputnik Brasil. A ativista ressaltou a necessidade de evidenciar a desigualdade entre homens e mulheres também no contexto do campo, ressaltando a diversidade cultural e social que também é sinônimo de barreiras para a igualdade de gênero. "A gente tem muitos desafios para enfrentar no campo da igualdade de direitos entre homens e mulheres, e ainda assim pensando nas diversidade de mulheres que existem no mundo, que têm necessidades distintas, que tem violações de direitos distintas. O dia internacional das mulheres segue sendo uma data que a gente quer transformar em dia de luta", destaca Laiza Queiroz. "A violação de direitos e a ausência de políticas públicas, afeta, principalmente nesse contexto que nós estamos vivendo, muito aos povos do campo e em especial as mulheres", contnua. 

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Homenagem do CTO ao Dia Internacional da Mulher

Mulher  Postado por Willyam Reis - 09/03 09:49h

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ʹA mulher precisa saber seu valor na sociedadeʹ, diz promotora

Mulher  Postado por Aline Souza - 08/03 18:04h
ʹA mulher precisa saber seu valor na sociedadeʹ, diz promotora

Foto: Matheus Simoni/Metropress

A promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Rita Tourinho, foi a convidada da tarde de hoje do Jornal da Cidade 2ª Edição da Rádio Metrópole e destacou a data de comemoração ao Dia Internacional da Mulher, comemorado no neste 8 de março. De acordo com ela, é necessário que a mulher saiba seu papel na sociedade. "A mulher tem que sentir plena. Temos que correr atrás e punir os agressores, mas a mulher precisa saber o seu valor na sociedade. Tem que acreditar no seu potencial, isso é muito importante. Há uma tratativa social diferente, por questões de raças e gêneros", afirmou a promotora. Rita Tourinho ainda comentou o preconceito sofrido pelas mulheres e hipocrisias cometidas pela sociedade. "Quando digo que somos iguais, quis dizer na minha essência, que um homem na minha frente, pode ter até a força física maior, mas não é mais forte. A sociedade tem que observar isso e deixar algumas hipocrisias. Às vezes eu ouço sobre questões como: ʹela é até inteligenteʹ", disse. "Mesmo tendo 1,57 de altura, não me sinto ameaçada por ninguém. Somos muito maiores do que nós pensamos", completou. (M1)

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Pesquisa mostra que apenas 27% das mulheres se identificam com o movimento feminista

Mulher  Postado por Aline Souza - 08/03 16:59h
Pesquisa mostra que apenas 27% das mulheres se identificam com o movimento feminista

Foto: Reprodução

Uma pesquisa feita pela Abril em parceria com a MindMiners perguntou a 1500 mulheres como elas veem o feminismo hoje. As respostas mostraram que apenas 27% das mulheres se identificam com o movimento feminista, enquanto 47% delas declaram que apenas às vezes se veem representadas. A pesquisa também mostrou que 42% das mulheres acreditam que o feminismo é o contrário de machismo. Essa informação demonstra que ainda existe falta de informação sobre o assunto, já que o feminismo é na verdade a luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. Outro dado importante mostra que 54% delas acreditam que o feminismo faz a diferença no seu dia a dia, pois tenta mudar a realidade em que vivemos. No ano passado, 29% das mulheres falaram sobre o feminismo nas redes sociais. De acordo com o site da revista Claudia, dentro do grupo das mulheres que se identificam com o movimento, 58% delas fazem postagens em suas redes sociais sobre o movimento. Do total, 10% se declaram engajadas na causa e 58% creem que se engajam de vez em quando, pois preferem não se expor, mas falam sobre o assunto quando lhes interessa. 78% das mulheres defendem que “não tolerar nenhum tipo de violência verbal, moral e física” e “igualdade de salários e oportunidades profissionais entre homens e mulheres” são os temas mais importantes que devem ser discutidos pelo movimento. Uma parcela de 26% das mulheres declara nunca ter sido assediada nas ruas, em lugares públicos, no trabalho ou na família. Das mulheres que relataram que sofreram assédio, que possuíam entre 25 e 30 anos de idade e pertencentes a classe B, 45% deles ocorrendo em espaços públicos, seguido por transporte público (38%), no trabalho (31%), na família (20%) e em um relacionamento (19%). (BN)

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A mulher no meio automotivo

Mulher  Postado por Aline Souza - 08/03 16:24h
A mulher no meio automotivo

Foto: Google imagens

"Não tem ninguém na minha família que gosta tanto de carros como eu. Acho que é uma coisa minha mesmo. Quando era criança adorava carrinhos, sempre fui moleca e sempre brinquei com os meninos. Ganhei um brinquedo onde vinha uma Jamanta com quatro carrinhos, um deles era um Maverick verde, tenho ele até hoje, me apaixonei por ele, sempre foi meu preferido. Hoje tenho ele, um tatuado e um de verdade”. É assim que a mecânica formada pelo Senai e especializada na restauração de motores de carros antigos, Thais Roland, 37 anos, explica como começou sua paixão por carros. A especialista fala com propriedade sobre temas áridos à maior parte das mulheres, como carburadores, pistões e platinados. Aos 28 anos, Thaís abriu mão de um salário bacana e de uma posição estável na carreira para começar tudo do zero – ela mergulhou na formação técnica do Senai em manutenção automotiva e, ao fim de dois anos de curso, foi a única mulher a conseguir o diploma, com direito a ser oradora da turma. “Me formei em Ciência da Computação e trabalhei com redes de computadores por 15 anos. Um dia percebi que estava infeliz no trabalho e resolvi fazer o curso de Mecânica do Senai, por hobby, achei que isso ia me desestressar um pouco, mas quando comecei o curso fiquei encantada. Algum tempo depois saí do emprego na empresa de TI e fui fazer um estágio em uma oficina pra ver como era. Foi aí que decidi trocar de carreira. Me descobri dentro da oficina”. Sobre a paixão por carros e pela sua atual profissão, ela não consegue explicar. “Acho carros e, principalmente mecânica encantadores. Pegar uma peça com problema, desmontar, entender como funciona e o que está errado, arrumar, montar tudo de novo e ver funcionando é mágico! Carros antigos então são especiais pra mim. Adoro eles, a simplicidades, a beleza, os detalhes, a facilidade da mecânica... tudo me encanta neles”, declara apaixonada.

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Cresce nº de homicídios contra mulheres no Brasil; são 12 por dia

Mulher  Postado por Aline Souza - 08/03 15:23h
Cresce nº de homicídios contra mulheres no Brasil; são 12 por dia

Foto: Henry Romero/Reuters

Um levantamento revelou que, em média, doze mulheres são assassinadas diariamente no Brasil. No ano passado, foram registrados 4.473 homicídios dolosos, sendo que 946 são feminicídios. O estudo realizado pelo G1 em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública identificou que o aumento em relação a 2016 foi de 6,5%, quando foram registrados 4.201 homicídios (sendo 812 feminicídios). Alguns estados ainda não fecharam os dados de 2017, o que pode aumentar os casos. São considerados feminicídios os homicídios que envolvam "violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher", segundo lei de março de 2015, que prevê punições mais severas para estas situações. Samira Bueno e Juliana Martins, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, disseram em entrevista ao G1 que o levantamento mostra que não temos motivo para comemorar o Dia Internacional da Mulher. "Uma mulher é assassinada a cada duas horas no Brasil, taxa de 4,3 mortes para cada grupo de 100 mil pessoas do sexo feminino. Se considerarmos o último relatório da Organização Mundial da Saúde, o Brasil ocuparia a 7ª posição entre as nações mais violentas para as mulheres de um total de 83 países."Foram 4.473 homicídios dolosos de mulheres em 2017 (um aumento de 6,5% em relação ao ano anterior). Do total, 946 são feminicídios (dado considerado subnotificado), sendo que três estados ainda não contabilizaram os casos e outros possuem apenas dados parciais. O Rio Grande do Norte é o estado que teve o maior índice de homicídios contra mulheres: 8,4 a cada 100 mil mulheres. Já o Mato Grosso é o estado com a maior taxa de feminicídio: são 4,6 a cada 100 mil. (Noticias ao Minuto)

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Mulheres ganham menos que homens mesmo sendo mais qualificadas

Mulher  Postado por Aline Souza - 08/03 13:36h
Mulheres ganham menos que homens mesmo sendo mais qualificadas

Foto:  Pixabay

Mesmo em número maior entre as pessoas com ensino superior completo, as mulheres ainda enfrentam desigualdade no mercado de trabalho em relação aos homens. Essa disparidade se manifesta em outras áreas, além do item educação. É o que comprova o estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado nesta quarta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base a população de 25 anos ou mais de idade com ensino superior completo em 2016, as mulheres somam 23,5%, e os homens, 20,7%. Quando se comparam os dados com homens e mulheres de cor preta ou parda, os percentuais são bastante inferiores: 7% entre os homens e 10,4% entre mulheres. Em relação ao rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos e razão de rendimentos, por sexo, entre 2012 e 2016, as mulheres ganham, em média, 75% do que os homens ganham. Isso significa que as mulheres têm rendimento habitual médio mensal de todos os trabalhos no valor de R$ 1.764, enquanto os homens, R$ 2.306. A economista Betina Fresneda, analista da Gerência de Indicadores Sociais do IBGE explica que os resultados educacionais não se refletem necessariamente no mercado de trabalho.

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Baixa presença feminina no Congresso: Brasil é o 152º entre 190 países

Mulher  Postado por Willyam Reis - 08/03 10:05h
Baixa presença feminina no Congresso: Brasil é o 152º entre 190 países

Dos 513 deputados federais, apenas 54 (10,5%) são mulheres, o que coloca o Brasil em 152º lugar numa lista de 190 nações, formulada pelo organismo internacional União Interparlamentar. O porcentual de profissionais do sexo feminino que ocupam cargos gerenciais no País é de 37,8% - o que cai para 34,5% quando elas são pretas e pardas. Os dados são da pesquisa "Estatísticas de Gênero - Indicadores sociais das mulheres no Brasil", divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira, 7, por ocasião do Dia Internacional da Mulher (celebrado na quinta-feira). A publicação compila dados de diferentes fontes que comprovam a persistência da desigualdade de gênero na sociedade brasileira. Na lista que trata da representatividade das mulheres nas câmaras baixas ou parlamentos unicamerais pelo mundo, estão na frente do Brasil países de diferentes perfis econômicos e sociais, como Ruanda (61,3%) - o número um, com mais mulheres deputadas -, Cuba (48,9%), Nicarágua (45,7%), Suécia (43,6%), Argentina (38,1%) e Estados Unidos (19,4%).

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McDonald's homenageia as mulheres e inverte logotipo

Mulher  Postado por Willyam Reis - 08/03 09:58h
McDonald's homenageia as mulheres e inverte logotipo

De forma inédita, o McDonald’s virou seu logotipo, os famosos arcos dourados, de cabeça para baixo. A letra "M" se transformou em "W" de "woman" (mulher em inglês) para celebrar o Dia Internacional da Mulher. Segundo a empresa, a iniciativa engloba 100 restaurantes no território norte-americano. De acordo com Wendy Lewis, diretora do departamento da diversidade da rede de fast food, os símbolos foram manualmente postos ao contrário para reforçar o dia em que são lembradas todas as batalhas pela igualdade entre os gêneros. O McDonald’s ainda vai colocar nos 100 restaurantes escolhidos, funcionários usando chapéus e camisetas especiais, em alusão ao 8 de março. (Noticias ao Minuto)

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Apenas dois partidos políticos têm maioria feminina no Brasil

Mulher  Postado por Willyam Reis - 08/03 08:38h
Apenas dois partidos políticos têm maioria feminina no Brasil

Pesquisa divulgada pelo Movimento Transparência Partidária (MTP) revela que ainda é muito pequena a participação feminina nos partidos políticos brasileiros. O quadro é “bastante preocupante” porque existem apenas dois partidos com maioria de mulheres, disse nesta quinta-feira (8) à Agência Brasil o cientista político Marcelo Issa, professor da Fundação Getulio Vargas. Mesmo no Partido da Mulher Brasileira (PMB), o percentual de filiadas não passa de 55%, e, no Partido Republicano Brasileiro (PRB), elas participam com 51%. A quantidade de mulheres em cargos de direção partidária também é baixa: fica, nacionalmente, na casa dos 20%. “E não há renovação dentro dos partidos políticos”, afirmou Issa. A grande maioria dos partidos tem entre 40% e 46% de mulheres. “Na lanterna, infelizmente, dois partidos recentes: a Rede, com 63% de homens, e o Partido Novo, com 86% de homens”. Segundo o cientista político, falta renovação. Com base nos diretórios executivos nacionais das 35 agremiações partidárias, nos últimos dez anos verificou-se que 75% dos dirigentes nacionais são os mesmos há, pelo menos, dez anos.

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Racismo e machismo afastam mulheres negras dos espaços de poder, apontam políticas

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 08/03 01:13h
Racismo e machismo afastam mulheres negras dos espaços de poder, apontam políticas

Foto: Montagem / BN

No estado mais preto do Brasil, a primeira deputada federal negra, Tia Eron (PRB), foi eleita em 2014. Até hoje, não conseguimos emplacar uma mulher negra como deputada estadual. De acordo com a pesquisa "Estatísticas de Gênero: Indicadores sociais das mulheres no Brasil", publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (7), a Bahia é o estado com menor participação feminina no Congresso Nacional. Mas quando se trata da participação de mulheres negras nos espaços de poder a situação piora consideravelmente: na Câmara Municipal de Salvador, dos 43 cargos, apenas 8 são ocupados por mulheres e, dentre elas, duas são negras. De 63 deputados na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia há oito mulheres e nenhuma é negra. A situação é similar quando se trata de deputados federais. Dos 39 parlamentares baianos eleitos em 2014, apenas três são mulheres e uma só é negra - no caso, Tia Eron, que atualmente deixou a Câmara para atuar na Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (Semps). "Hoje você tem a maior bancada de mulheres no Congresso Nacional. Somos 54. Entretanto, você não consegue aprovar a lei que garante cotas para que o assento esteja com elas, não com eles. Aí você tem um projeto para que, quando uma mulher parlamentar se licencia, a suplente seja uma outra mulher. Senão a conta nunca estará equilibrada", declarou.

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Mais de 4,4 mil mulheres foram mortas no Brasil em 2017; média é de 12 por dia

Mulher  Postado por Aline Souza - 07/03 14:55h
Mais de 4,4 mil mulheres foram mortas no Brasil em 2017; média é de 12 por dia

Foto: Ilustrativa

Passou de 4,4 mil o número de mulheres mortas no Brasil no ano passado. Um levantamento feito pelo G1, considerando dados oficiais das 27 unidades federativos, indica que 4.473 mulheres foram alvo de homicídio doloso, quando há intenção de matar. A média é de 12 mortes por dia. Do total, 946 casos se referem a feminicídio, quando as mulheres são mortas por sua condição de gênero. Segundo a publicação, houve aumento de 6,5% nos crimes em comparação a 2016, quando foram registrados 4.201 homicídios, dos quais 812 feminicídios. A estatística pode aumentar, porque alguns estados ainda não fecharam os dados de 2017. O Rio Grande do Norte lidera o índice de homicídios contra mulheres, com uma média de 8,4 a cada 100 mil mulheres. Já o Mato Grosso é o estado com maior taxa de feminicídio: 4,6 a cada 100 mil. Na Bahia, a Ouvidoria diz que não há estatísticas de feminicídio referentes a 2015 e 2016. (BN)

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Bahia tem menor número de mulheres no Congresso e 3º em PMs

Mulher  Postado por Aline Souza - 07/03 13:44h
Bahia tem menor número de mulheres no Congresso e 3º em PMs

Alice Portugal e Lídice da Mata são as únicas baianas no Congresso (Foto: Divulgação)

A Bahia é o estado com menor participação feminina no Congresso Nacional. Os dados são do estudo Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira (7), véspera da data em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. O IBGE destacou que a Bahia tem o menor percentual de mulheres ocupando cadeiras no Congresso Nacional, entre os 25 estados que tinham ao menos uma representante feminina entre deputadas ou senadoras, segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2017. Com uma mulher entre os três senadores - Lídice da Mata (PSB) e outra entre os 39 deputados - Alice Portugal (PCdoB), a Bahia somava dois parlamentares mulheres para um total de 42 cadeiras, o que representava 4,8%.  Tocantins, com quatro mulheres entre as 11 vagas no Congresso Nacional (36,4%), Roraima e Amapá, cada um com três mulheres para 11 vagas (27,3%), eram os estados com maior participação feminina no Legislativo nacional. Por outro lado, Paraíba e Mato Grosso não tinham nenhuma representante feminina no Legislativo federal. A participação feminina na bancada baiana no Congresso (4,8%) ficava bem abaixo da média nacional (11,3%). No cenário internacional, o Brasil (com 10,5% de deputadas mulheres) ocupava, em dezembro de 2017, a 152ª posição entre os 190 países que informaram à União Interparlamentar (IPU, na sigla em inglês) o percentual de cadeiras ocupadas por mulheres em suas câmaras baixas (câmaras de deputados). Foi o pior resultado entre os países sul-americanos.

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Papa Paulo VI será proclamado santo

Mulher  Postado por Willyam Reis - 07/03 10:41h
Papa Paulo VI será proclamado santo

O papa Francisco promulgou o decreto que reconhece um segundo milagre por intercessão do falecido Paulo VI que, por isso, será proclamado santo, informou hoje o escritório de imprensa do Vaticano. Apesar de nenhuma data ter sido informada, a canonização poderia acontecer no fim de outubro em Roma, ao término do Sínodo dos Bispos sobre os Jovens, entre os dias 3 e 28, segundo adiantou o secretário de Estado da Santa Sé, Pietro Parolin. Pontífice entre 1963 e 1978, ele criou o Sínodo dos Bispos, no Vaticano, a assembleia dos prelados dos cinco continentes. (Metro1)

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Vítimas de relacionamentos abusivos terão atendimento psicológico gratuito em março

Mulher  Postado por Willyam Reis - 06/03 15:02h
Vítimas de relacionamentos abusivos terão atendimento psicológico gratuito em março

A violência contra a mulher tem se tornado uma preocupação generalizada, sobretudo quando se trata de relação abusiva entre cônjuges, em que há excesso de poder sobre outra pessoa, oprimindo-a, humilhando-a e anulando seus desejos e escolhas. Em Salvador, quase 20% das mulheres foram vítimas de violência doméstica, o que coloca a capital no topo do ranking contra esse público, segundo pesquisa da ONU. Pensando nisso, até o dia 31 de março, mulheres que sofrem esse tipo de violência vão poder contar com atendimento psicológico gratuito.

A ação é uma alusão ao Dia Internacional da Mulher e uma iniciativa da Clínica Fênix, estabelecimento privado, localizado na Região Metropolitana de Salvador. “O objetivo da ação é ajudar mulheres que não têm acesso a esse tipo de serviço, como também contribuir para uma sociedade menos violenta e adoecida”, esclareceu o psicólogo e diretor do espaço, Joaquim Moura. “Relacionamentos abusivos podem desencadear problemas psicológicos na vítima, sendo a Síndrome do Pânico e a Depressão as doenças mais frequentes. Através de movimentos sedutores e de conquista, o abusador tem o perfil de elaborar um ambiente hostil, fazendo com que sua parceira não consiga sair do relacionamento, pois seus atos, muitas vezes, são justificados pelo uso de álcool ou por conta de um descontrole momentâneo”, continua o especialista.

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Campanha de moda mostra modelo amamentando bebê

Mulher  Postado por Willyam Reis - 02/03 09:17h
Campanha de moda mostra modelo amamentando bebê

A nova campanha da marca norte-americana GAP conquistou ao escolher uma modelo negra amamentando seu bebê para promover uma linha de roupas mais confortáveis. A marca compartilhou as fotos da campanha no Instagram nesta semana. Segundo o UOL, muitos seguidores, principalmente mulheres, agradeceram e elogiaram a iniciativa que sai em defesa da naturalização da amamentação. (Noticias ao Minuto)

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Adolescente gasta quase R$ 5 mil por mês para parecer uma Barbie

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 27/02 23:35h
Adolescente gasta quase R$ 5 mil por mês para parecer uma Barbie

Uma adolescente contou que gasta cerca de R$4.500 por mês em cosméticos e tratamentos estéticos para ficar parecida com uma "Barbie da vida real". Com 18 anos, Gabriela Jirackova é da República Tcheca e usa o dinheiro dos pais para preencher os lábios, colocar apliques no cabelo e comprar maquiagem permanente, que lhe dão a aparência de uma boneca viva. Segundo ela, é tudo para se sentir mais "sexy". A jovem começou com a transformação aos 16 anos e fez recentemente uma cirurgia para aumentar os seios. De acordo com o site do Estadão, ela disse que gostaria de fazer mais operações e implantes, e também remover algumas costelas e colocar mais silicone nos seios. Jirackova tem mais de 20 mil seguidores no Instagram e posta fotos com visuais parecidos com os da Barbie. Sua inspiração vem de outras mulheres que também são chamadas de Barbies da vida real e também da sua coleção de bonecas, como contou ao jornal inglês Daily Mail. A menina também rebateu críticas dizendo que não acredita em um visual natural. "O fato de gostar de beleza artificial não significa que tenha baixa autoestima", afirmou. "Acho que quase não há nada natural hoje em dia. Passo três horas e meia todos os dias me preparando. Manter minha imagem é difícil", finalizou.

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Quando procurar a terapia de casal?

Mulher  Postado por Redação Voz da Bahia - 22/02 23:48h
Quando procurar a terapia de casal?

O relacionamento vai mal, os momentos de discussão são muito mais presentes que os de carinho, passeios são raros, o desejo só de vez em quando ... Pode ser uma fase ruim, pode acontecer com qualquer casal e não significa o fim de linha necessariamente. Para os querem tentar, por achar que vale a pena, a terapia de casal pode ajudar. Assim como pessoas com problemas de ordem comportamental ou coisas do tipo procuram por psicólogos, casais também tem essa opção. A terapia de casal pode ser muito eficiente para ajudar na resolução de problemas que o próprio casal não consegue lidar, o terapeuta age nas condições de cada parte buscando sempre resolver cada coisa com uma compreensão. Segundo o site de saúde e bem estar Minha Vida, a terapia é para quando o problema surge e o casal já não sabe mais como lidar, aqueles que estão começando agora, sem nada de muito grave ou pontual para atrapalhar a relação, não tem muita necessidade. Ainda segundo o minha vida: A suspeita de traição ou a traição confirmada por um dos parceiros é a causa que traz mais casais ao consultório, além de questões ligadas à sexualidade, filhos, estariam entre as queixas mais frequentes. Podendo variar de caso em caso, a terapia dura uns 3 meses em média.

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