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Família de homem declarado morto vai doar R$ 1,9 mil gastos com caixão

25/08/2014 08:03

A família de Valdelúcio de Oliveira, de 54 anos, que foi declarado morto por um médico do Hospital Geral Menandro de Faria (HGMF), em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, no domingo (24), gastou R$ 1,9 mil com o caixão do paciente. A irmã de Valdelúcio, Áurea Gonçalves, em entrevista ao G1 nesta segunda-feira (25), revelou que a quantia será doada às Obras Sociais de Irmã Dulce (OSID). Ela acredita que o caso tenha sido um milagre, uma vez que ele seria internado no Hospital Santo Antônio, vinculado à OSID, antes de dar entrada na unidade de saúde de Lauro de Freitas.Por volta das 11h30 desta segunda-feira, Valdelúcio foi transferido para o Hospital Santo Antônio, que fica na Cidade Baixa, em Salvador. De acordo com familiares, o estado de saúde dele é estável. Em entrevista ao G1, o irmão de Valdelúcio, Waltério Gonçalves, contou como percebeu que o paciente estava vivo. "A gente já tinha encaminhado todo funeral e eu tive acesso ao necrotério, pois eu ia colocar a roupa para a funerária vir buscar o corpo. Foi nesse momento que eu percebi que ele ainda estava respirando. Aí chamei a equipe médica, chamei o enfermeiro, que constatou que ele estava vivo", contou. (G1)


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