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Taís Araújo sobre a segunda gravidez: "Me sinto meio gorda, esquisita, sem forma"

25/08/2014 12:05

Quando descobriu que estava grávida há algumas semanas, Taís Araújo levou um susto. Ela e o marido, Lázaro Ramos, até queriam dar um irmão para João Vicente um dia, mas não estavam planejando."Descobri logo no início da gestação. O único sintoma foi a menstruação que não veio, então fiz o exame. A primeira reação foi aquele susto, frio na barriga. Mas logo uma alegria enorme tomou conta", lembra Taís, que acaba de entrar no quarto mês de gestação. Um exame de sangue apontou que Taís está grávida de uma menina, mas ela quer esperar o ultrassom para ter certeza antes de escolher o nome. Enquanto isso, vai sonhando com o rostinho da caçula e planejando como vai fazer para continuar dando conta de ser mãe e mulher dedicada, além de uma atriz requisitada. "Com meu filho, faço questão de certos momentos. Colocar para dormir e pegar na escola é importante para mim e, se eu não puder, não abro mão de que vá o pai ou a minha mãe. A família tem que fazer parte da rotina. Também tenho uma babá que está há muitos anos na família", conta, garantindo que não faz a linha “neurótica” quando se ausenta muitas horas de casa. "Ligo mais para saber das atividades do dia dele, porque é uma criança maravilhosa", elogia. Segundo Taís, João, que está com três anos, nunca deu dor de cabeça. "Ele era muito calmo e não tive grandes dificuldades com ele quando nasceu; mas claro, enfrentei os momentos difíceis que fazem parte deste início, porém com leveza. Eu levo a vida de uma maneira bem leve e assim levei minha primeira gravidez e estou levando essa", conta. "Foram muitas as novidades, mas não fiquei histérica. Sofri quando o peito rachou, fiquei bastante inchada, são muitos hormônios! Acho que o segredo é saber e lembrar sempre de duas coisas: que a gestação e a amamentação são momentos mais do bebê que seus; e que a parte ruim existe, mas vai passar", conta ela, sem mitificar o momento. "É uma delícia ter seu bebê nos braços, é claro! Mas não, não é um mar de rosas. Acordar de três em três hora é chato. Durante a gravidez, sentimos algumas dores e, pra quem faz cesárea como eu fiz, dói depois também. Agora, não me deixei abater por isso", reflete. (GNT)


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