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Filho de copiloto diz que avião que levava Chapecoense decolou com tanque cheio

30/11/2016 15:03

O filho do copiloto Ovar Goytia, que morreu no acidente aéreo na cidade de Medellín, na última terça-feira (29), negou que a aeronave que transportava o time da Chapecoense e uma série de profissionais de imprensa tenha decolado com pouco combustível. "Tomaram a decisão de encher o tanque por completo e seria possível fazer o pouso. Mas o tráfego de espera acabou consumindo todo o combustível que restava", afirmou Bruno Fernando Goytia Gómez ao jornal boliviano El Deber.Segundo especialistas, o piloto e dono da empresa Lamia, Miguel Quiroga, errou no cálculo do combustível, já que o avião que pilotava tinha autonomia para fazer o máximo de três mil quilômetros, praticamente o limite da viagem entre as cidades de origem e destino. Um piloto que estava em um voo próximo ao do time brasileiro ouviu a conversa entre Quiroga e a torre de controle do aeroporto colombiano. Ele conta que Miguel pediu emergência para pousar e avisou que estava com pouco combustível, mas não emitiu o alarme de pane seca, que é como é chamado o processo de ficar totalmente sem combustível. Uma aeronave da empresa VivaColômbia também teria informado emergência por perda de combustível e teve a prioridade no pouso. Minutos depois, o avião com os brasileiros voltou a entrar em contato, desta vez afirmando que estava com uma pane elétrica. O avião sumiu do radar e caiu.


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