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Após posicionamento contrário reajuste do IPTU, Délcio alega: “A gestão colocou uma tropa para me atacar nas redes sociais”

05/12/2017 12:27

Após o vereador Delcio Mascarenhas (PP) afirmar que projeto que aumenta os valores do IPTU de Santo Antônio de Jesus, aprovado na Câmara, seria um grande golpe a população caso não fosse alterada (clique e veja), e posteriormente, ser chamado de “conversa fiada e picuinha” pelo prefeito Rogério Andrade (veja novamente), Délcio voltou a procurar os meios de comunicação, desta vez através da Recôncavo FM que está sendo perseguido nas redes sociais. Segundo o vareador, houve uma má interpretação quando afirmou sobre golpe no projeto do IPTU, tendo em vista que desde o princípio vem afirmando que não concordava apenas com a maneira que foi apresentado, em urgente urgentíssima, “quando eu afirmei que foi o maior golpe dado nos últimos 30 anos em Santo Antônio de Jesus, eu falei em relação a má condução do processo, e não ao conteúdo do projeto que deveria ser discutido. Eu não fui contrário em momento algum para que fosse discutido com a sociedade. Eu fiz um apelo, atendendo à solicitação do promotor de justiça, Dr. Julimar Barreto, que pediu uma audiência pública com os cidadãos e seguimentos representativos da sociedade para discutir de uma forma democrática. Quando eu falo golpe, é deixar de atender a ACESAJ (Associação Comercial) do município, o CDL (Clube de Diretores Lojistas) o Sindicato do Comercio e Observatório Social. Atropelar todo o regimento interno na Casa Legislativa quanto ao regimento interno. A ideia da condução do processo era sobre tudo quase que nas escondidas, porque ninguém sabia sobre a matéria no dia 23. Eu estava ouvindo o vereador Uberdan Cardoso (PT) afirmar que houve erro na condução do processo, reconhecendo o erro. Não tiro nenhuma virgula, foi o maior golpe que a população de Santo Antônio de Jesus recebeu nos últimos 30 anos com essa forma de foi conduzida esse projeto. Eu que sou um vereador experiente, não conheço 100% da Planta Genérica, mas tem colega que não conhece nem 5% e votaram nas escuras. O MP (Ministério Público) deve estar atendo”, declarou. Segundo Délcio, o mesmo é ciente de que grande parte da população acredita que ele é contra o projeto de aumento de IPTU devido a seus investimentos com imóveis, entretanto, o ele nega, “quem paga os tributos dos imóveis que eu faço são meus clientes. O vereador Uberdan me pediu para fazer uma emenda para ajustar a Planta Genérica da forma que eu entendesse que fosse viável”, afirmou.

Admiração ao seu líder: Após ser questionado se há rixas no seu grupo político por fazer oposição ao projeto que aumenta o IPTU, Delcio afirmou que ama o seu líder, o ex-prefeito Euvaldo Rosa, “eu tenho dois filhos, um que colou grau para medicina e uma advogada. As pessoas que eu mais amo depois de meus pais, são meus filhos, contudo, eu tenho um carinho tão especial por Euvaldo Rosa, que eu o amo da mesma forma que amo meus filhos. É uma pessoa que eu gosto do fundo do meu coração, pois é um homem integro, correto, um ser humano espetacular e tenho como se fosse da minha família. Entretanto, as questões pessoais estão desvinculadas das políticas”, declarou.

Ameaças e perseguição: De acordo com Delcio, devido ao seu posicionamento contra o projeto de aumento de IPTU, pessoas ligadas a gestão municipal o perseguem nas redes sociais postando fotos de seus investimentos na cidade, pontuando que sua conduta contraria ao projeto, "é por causa de interesses próprios que estão me perseguindo. Colocaram uma tropa de choque para me atacar e agredir nas redes sociais. Estão buscando minha declaração de importo de renda e postando para as pessoas verem. Indivíduos relacionados a gestão municipal, pessoas que exercem cargos de diretor e secretários na prefeitura estão partindo para o ataque para me agredir. Eu continuo dentro do meu grupo político, onde fui eleito. Tenho certeza que Euvaldo sabe separar a amizade da questão política partidária no município. Estou fotografando as obras dos meus clientes e fazendo comparativo do meu patrimônio, tendo em vista que tudo está dentro do meu imposto de renda. Eu fui vendedor de picolé e geladinho, fui garçom e feirante. Fui eleito vereador, vendendo de sapatos na feira. Sempre tive uma história de trabalho, pois minha profissão é construtora, não político, mas nada disso vai me inibir”, concluiu.

Redação: Voz da Bahia


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