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Presidente da Câmara de SAJ rebate Délcio e diz: “Entrem no site da Câmara, vejam o que diz o projeto e façam o seu próprio juízo”

06/12/2017 10:55

Após o vereador Delcio Mascarenhas (PP) afirmar falhas graves no processo de aprovação do projeto que aumenta o IPTU em Santo Antônio de Jesus, o presidente da Câmara de vereadores, Antônio Barreto Nogueira, o popular Tom (PSB), comentou em entrevista à Recôncavo FM, se há a possibilidade de o projeto ser anulado diante das acusações de Délcio (saiba mais, clique aqui). Segundo o presidente, o mesmo cumpriu o regimento interno da Casa Legislativa, “teve um momento da sessão, que Délcio sabia que não cabia mais o pedido de vistas e solicitou mesmo assim. Ele pediu para que eu usasse o bom senso e eu afirmei que não, pois eu teria que usar o que o regimento manda. Graças a Deus está tudo tranquilo e sob controle, o vereador Délcio é um vereador experiente e as vezes quer nos confundir, mas nós conhecemos o regimento também. Ele afirmou que tinha erro, mas Délcio precisa na verdade ser claro, pois eu não sei de que erro ele está dizendo. Dentro de tudo o que eu conversei com o mesmo, ele sabe que no processo legislativo, agimos como manda o regimento dentro da legalidade”, declarou.

Judicializar o projeto? Parte da população estão assinando um abaixo assinado com o propósito de judicializar o projeto com intuito de anula-lo, “vivemos em uma democracia, temos que respeitar a posição de cada cidadão, mas fizemos tudo dentro da legalidade e transparência. Colocamos no plenário todos os requerimentos dos vereadores cedemos Tribuna Livre e não atropelamos nada. Nós aprovamos o projeto que vai ser benéfico para a população, tendo em vista que a mesma não tem conhecimento do projeto, e quando isso acontece, sempre aparece um maldoso que diz: ‘seu IPTU vai subir 2000%’. Fiquem tranquilos, entrem no site da Câmara, vejam o que diz o projeto e façam o seu próprio juízo de valor. Pela minha experiência, o projeto não pode ser anulado, pois cumprimos tudo o que manda a legislação. Qualquer cidadão ou vereador que queira judicializar, tem todo o direito, mas estamos bem conscientes que estamos dentro da lei”, concluiu.

Redação: Voz da Bahia


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