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Brasileira é a quinta mulher do mundo a ter filho por fertilização in vitro depois dos 60 anos

17/04/2018 15:10

Foto: Origem Fotografia / Reprodução

Norma Maria de Oliveira, procuradora da prefeitura de Itabira (MG), deu luz à primeira filha, fruto de uma fertilização in vitro, com um óvulo doado de forma anônima e o espermatozoide do seu companheiro, de 45 anos. foi necessária apenas uma tentativa para que a gestação vingasse. A bebê Ana Letícia nasceu na Maternidade Hospital Octaviano Neves, de Belo Horizonte, com 1,7 kg e medindo 48 centímetros e teve 34 semanas de gestação. O parto foi feito à cesariana, e ocorreu bem, assim como a gravidez. A idade avançada é um fator que impede muitas mulheres de engravidarem. Por causa da idade, Norma procurou a ginecologista Rita de Cassia Lopes Souza Amaral para consultas e exames para saber se era possível realizar a inseminação. "Norma é muito sonhadora e me procurou com uma vontade incrível de gerar o próprio bebê", contou a ginecologista ao site da revista Claudia. A médica achou que não iriam conseguir, pois se as probabilidades de uma mulher jovem engravidar com fertilização é de 40%, com uma mulher de 64, a probabilidade reduziria. Durante a gravidez, os riscos eram os mesmos que em outras gestações. "Fiquei muito emocionada, estamos rompendo com um preconceito. Nós quebramos uma barreira, a de fazer com que uma mulher engravide pós-menopausa", disse Rita. Para ela, o caso mostra que a medicina está evoluindo cada vez mais. O caso de Norma é um dos mais impressionantes registrados. "Ela é a quinta no mundo que teve um filho com esse método, tendo mais de 60 anos", relatou a médica. (BN)


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