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Ex-lésbica: “homossexuais jamais serão libertos se não forem confrontados”

13/06/2018 00:53

Tendo vivido muitos anos como lésbica, Janet Boynes teve um encontro com Jesus e experimentou uma mudança radical de vida. Em 2006 ela fundou um ministério para evangelização de LGBTs. Em um artigo para a revista Charisma, Boynes fez uma série de exortações à Igreja, na esteira da polêmica iniciada pelo Dr. Michel Brown, que responsabilizou a apatia dos pastores pela “crise moral da sociedade”. E isso inclui a influência do ativismo gay. Assim como no Brasil, existe nos EUA onde ela vive, uma tentativa de se ridicularizar os homossexuais que desejam ajuda para viver como heteros. As “terapias de reversão” ou “cura gay” são proibidas em vários Estados americanos. “Mais do que nunca, os militantes pró-LGBT estão tentando impor seu estilo de vida sobre toda a sociedade – incluindo a igreja”, avalia Boynes. Ela acredita que “infelizmente, os pastores e líderes cristãos que deveriam estar respondendo a estes ataques do mal preferiram um inócuo ‘tom conciliador’”. Lembrando que o surgimento de igrejas chamadas “inclusivas” que não consideram a homossexualidade pecado, a ex-lésbica entende que elas enviam uma mensagem confusa à sociedade sobre a posição bíblica relativa ao assunto. “Muitos líderes cristãos permitiram que sua proximidade com a comunidade gay comprometessem nossas crenças fundamentais sobre família e casamento, por medo de ofender alguém. Muitos deixaram suas convicções para trás e seus corações se esfriaram, assim como Jesus advertiu que ocorreria em Mateus 24:12”, aponta Boynes.

Tendo vivido “do outro lado” por muito tempo, ela revela que “uma das principais táticas dos ativistas homossexuais para enganar as pessoas é assumir o papel de vítima marginalizada, quando na realidade eles são agressivos”. Ainda segundo ela, esses movimentos “estão sempre impondo seus ideais e tentando intimidar quem se opõe a eles. Infelizmente, muitos crentes e igrejas estão cedendo sem lutar”. Janet Boynes, que já escreveu dois livros sobre o tema, não poupa palavras para desafiar a Igreja a sair de sua zona de conforto, com medo da reação das pessoas. O lembrete que ela quer dar às igrejas é que os homossexuais jamais serão libertos se não forem confrontados. “Simplesmente não podemos nos dar ao luxo de ficar em silêncio. Não importa o quão intimidadora a comunidade LGBT possa ser. As pessoas nunca serão libertas se a Igreja não falar a verdade sobre a homossexualidade de forma corajosa. Mas tudo deve ser feito no amor de Cristo e sem comprometer a Palavra de Deus. Precisamos deixar claro para a comunidade homossexual que a mudança é possível através de Jesus Cristo. Muitos, como eu, são testemunho vivo de que é possível ser liberto através da fé de Jesus”, destaca. Encerrou dizendo que o primeiro passo deveria ser o reconhecimento de que as Escrituras não mudaram e que as pessoas que vivem dessa maneira estão “presas no pecado”. Lembrando do encontro de Jesus com a mulher samaritana, em João 4: 7-15, ela sentencia: “Jesus alcançou a mulher no poço falando a verdade em amor, e essa é a abordagem que nós, como crentes, devemos adotar. Devemos ser compassivos, mas sem comprometer nossas crenças”.


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