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Espetáculo A Bofetada volta a cartaz para curta temporada em Salvador

13/10/2018 17:00

O espetáculo da Cia Baiana de Patifaria "A Bofetada" volta a cartaz para uma curta temporada de apenas quatro apresentações, aos domingos, de 14 de outubro a 04 de novembro, às 19h, no palco do Teatro Módulo, no bairro da Pituba, em Salvador. Os ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). A comédia é comandada pelos patifes Mário Bezerra, Marcos Barretto, Rodrigo Villa e Lelo Filho, que abordam o noticiário político-social-econômico brasileiro, inclusive, as eleições de 2018. As adaptações se misturam aos bordões e cenas musicais que levam o público às gargalhadas. A Bofetada completa 30 anos de encenação nos palcos soteropolitanos desde que estreou na pequena Sala do Coro do TCA, em 1988, tendo sido assistida por mais de dois milhões de espectadores até hoje. A concepção original é de Fernando Guerreiro. Os três esquetes que compõem o espetáculo são de Mauro Rasi, Miguel Magno e Ricardo de Almeida.

Espetáculo
 
A montagem reúne três esquetes. O primeiro esquete, “O Calcanhar de Aquiles” - extraído de Pedra, a tragédia - de Mauro Rasi traz a atriz decadente Eleonora (interpretada pelo ator Mário Bezerra) que obriga a crítica de teatro Vânia Leão (Marcos Barretto) e a namorada Dirce (Rodrigo Villa) a assistirem sua montagem apoteótica na qual interpretará sozinha 60 personagens de uma tragédia grega. Os dois esquetes seguintes (extraídos de “Quem tem medo de Itália Fausta”), são assinados por Miguel Magno e Ricardo de Almeida. Em “O Ponto e a Atriz”, vários gêneros teatrais são ironizados ao resgatar a função do Ponto, figura que lembrava o texto para as divas das grandes companhias de teatro. O último esquete, “Fanta e Pandora”, o ensino do teatro é o foco central e o público é transformado em personagem com quem as duas professoras universitárias, Fanta Maria (interpretada por Lelo Filho desde 1988) e Pandora Luzia (Rodrigo Villa) interagem numa improvável aula sobre a influência de dois fonemas no teatro javanês, durante os últimos 15 do século XII a.C.. (G1/Ba)


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